O FPM do mês de fevereiro fechou em crescimento real de 15,44%, comparado ao mesmo período de 2019

Será creditado nesta  sexta-feira, 28 de fevereiro, nas contas das prefeituras brasileiras, o repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) referente ao 3º decêndio do mês, no valor total de R$ 2.292.435.812,73, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Em valores brutos, incluindo o Fundeb, o montante é de R$ 2.865.544.765,91. O Maranhão fará jus a R$ 120.361.861,23 em valores brutos.

De acordo com os dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o 3º decêndio de fevereiro de 2020, descontada inflação do período, comparado ao mesmo período do ano anterior, o crescimento é de 7,21%. O mês de fevereiro fechou em crescimento real de 15,44%, comparado ao mesmo período de 2019, ou seja, corrigido pela inflação do período.

FPM: O mês de fevereiro fecha com crescimento real de 15,44%. Confira os valores a receber pelos municípios da Baixada Maranhense

Será creditado nesta  sexta-feira, 28 de fevereiro, nas contas das prefeituras brasileiras, o repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) referente ao 3º decêndio do mês, no valor total de R$ 2.292.435.812,73, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Em valores brutos, incluindo o Fundeb, o montante é de R$ 2.865.544.765,91. O Maranhão fará jus a R$ 120.361.861,23 em valores brutos.

De acordo com os dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o 3º decêndio de fevereiro de 2020, descontada inflação do período, comparado ao mesmo período do ano anterior, o crescimento é de 7,21%. O mês de fevereiro fechou em crescimento real de 15,44%, comparado ao mesmo período de 2019, ou seja, corrigido pela inflação do período.

Confira o FPM dos municípios da Baixada Maranhense

Tabela (ACMS). FPM 3ª Dec. 02.2020. COF.FPM: http://painel.siganet.net.br/

Fonte Confederação Nacional dos Municípios

UFMA – Inscrições abertas para o processo seletivo para contratação de professor substituto

A Universidade Federal do Maranhão (UFMA) divulgou nesta quinta-feira (27/02) que estão abertas até o dia 6 de março, as inscrições para o Processo Seletivo para a contratação de professores substitutos em diversas áreas e em dois regimes de trabalho: 20 horas semanais e 40 horas.

As inscrições devem ser feitas presencialmente (ou por meio de procuração) na Secretaria da Subunidade Acadêmica promotora do Seletivo, no horário de funcionamento disponível no Edital.

A seleção ocorrerá em duas fases: por meio de prova didática, de caráter eliminatório e classificatório, que constará de aula expositiva sobre um tema a ser sorteado e a prova de títulos de caráter classificatório.

A taxa de inscrição no processo é de R$ 50. Para mais informações, acesse o Edital do Seletivo

Fonte: https://portais.ufma.br/

Maranhão receberá escola cívico-militar

A Escola Municipal “Unidade Integrada Duque de Caxias” em São Luís está incluída na lista das 54 escolas que funcionarão no modelo cívico-militar no ano de 2020. O programa envolve gestão compartilhada de instituições de ensino entre professores e militares, segundo informou o ministro da Educação, Abraham Weintraub, que divulgou nesta 4ª feira (26) pelo Twitter a lista de 54 escolas.

O MEC (Ministério da Educação) pode amparar as escolas do programa de duas formas: ou faz 1 repasse de R$ 1 milhão para o ano letivo, ou fornece militares reservistas das Forças Armadas às instituições de ensino. De acordo com a imagem divulgada pelo ministro, 27 instituições solicitaram o recurso financeiro e as outras 27, os recursos humanos. A escola do Maranhão receberá aporte de pessoal.

Todas as escolas do programa devem ter militares em seus quadros. Quando o MEC faz o aporte financeiro, cabe aos Estados providenciar militares para as instituições – que podem ser policiais e bombeiros da ativa ou da reserva, a depender da determinação de cada unidade federativa. Vejam a lista completa das escolas em: https://www.poder360.com.br/brasil/weintraub-divulga-lista-das-54-escolas-civico-militares-de-2020/

Resgate de Brincadeiras Antigas, um sonho moderno

No dia 22/09/2019, após o encerramento do Festejo de São José, no Povoado Cametá, a Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense (ALCAP) promoveu o Resgate de Brincadeiras Antigas, após o sucesso do evento de mesma natureza na comunidade do São Raimundo.

A Presidente da ALCAP, ao justificar a participação da Academia no evento afirmou que “o resgate das brincadeiras de antigamente ajudam as crianças a aprenderem a se expressar, lidar com os sentimentos, resolver conflitos e respeitar regras e companheiros”.

As brincadeiras selecionadas foram: 1-Torta na cara; 2- Corrida de saco; 3- Pular elástico; 4- Perna de pau/lata; 5- Pião; 6- Bambolê; 7- Amarelinha; 8- Bete; 9- Pata cega; 10- Dança da cadeira; 11- Cabo de guerra; 12- Queimado
13- Corda. Algumas delas não foram realizadas devido ao forte calor e ao avançado da hora.

No início foram formadas duas equipes: Piaba e Piranha, este nome foi contestado por alguns devido à forma pejorativa como o termo é usado. Esse paradigma foi quebrado e as piranhas venceram o torneio. Fato muito bem lembrado por Nita de Jair que insistiu e justificou a escolha do nome.

Durante o intervalo foi servido um delicioso café solidário para a criançada e  adultos que caíram na brincadeira, bem como aos imortais da academia, que deram o exemplo “pagando seus micos”, com diz a garotada.

O café solidário foi marcado de significados e emoções. Os presentes que usaram a palavra iniciando pela Presidente do Fórum em Defesa da Baixada Maranhense (FDBM), Ana Creusa, enfatizaram a importância para resgatar o espírito de comunidade que já reinou naquele lugar; em que o auxílio em tarefas do campo era constante, desde a feitura de casas e açudes a cuidados domésticos. Ana Campos e seu marido foram muito felizes em suas palavras, enfatizando que o resgate de brincadeiras antigas desperta a solidariedade. Ao final, a Presidente da ALCAP agradeceu e cumprimentou pela participação de todos.

Pela academia estiveram presentes: Eni Amorim, Diêgo Nunes, que dividiu a coordenação do evento com Tatá Martins; Ana Cléres e Ducarmo, como amigas da ALCAP; Jessythanya; Gisele Martins, Ana Creusa e  Ely Campos. Como premiação dos participantes, formam sorteadas cestas básicas, fornecidas pelo Sargento César.

Constata-se que a Academia de Peri-Mirim cumpre o seu papel de ser uma agremiação popular, que atua junto às pessoas, a fim de lhes auxiliar na construção de virtudes, que auxiliarão no desenvolvimento do município, do estado e do país, exatamente dentro dos valores cultivados e repassados pelo Fórum em Defesa da Baixada Maranhense, que justificam, com louvor, o Projeto Academia na Baixada.

Investimento privado pode atrair novos negócios para o Maranhão

O projeto visa atrair indústrias que dependem do aço, gerando emprego, renda e divisas. O projeto é da Aço Verde do Brasil, indústria de produção e laminação de aços

O Grupo Ferroeste iniciou suas atividades no Maranhão há mais de 30 anos, por meio da Siderúrgica Gusa Nordeste, situada no Distrito Industrial do Piquiá, sendo uma das empresas que mais contribuiu com o desenvolvimento econômico e social de Açailândia e região.

Na contramão das crises econômicas mundiais, não só manteve suas atividades de siderurgia, como também viabilizou um grande projeto: a Aço Verde do Brasil (AVB), conceito criado para um aço produzido 100% com energia renovável e uma pegada de carbono zero, sem a utilização de combustíveis fósseis. Para isso, o Grupo investe maciçamente no setor florestal e na implantação da Usina de longos Aço Verde do Brasil em Açailândia, no estado do Maranhão.

Com um investimento que está sendo realizado desde 2009, a AVB iniciou suas atividades em dezembro de 2015, com a proposta de não somente de produzir aço, mas produzir o primeiro “ aço verde” do mundo, livre de combustíveis fósseis, não contribuindo assim para o aquecimento global, em todos os seus processos.

“Fornecer produtos provenientes de energia renovável, com qualidade superior e responsabilidade socioambiental. Estes são os três pilares que sustentam o compromisso empresarial e posicionam a marca Ferroeste como uma das mais respeitadas da indústria brasileira”, destacou o presidente da AVB, Ricardo Carvalho.

Pólo Aço Verde

Com o objetivo de atrair clientes às suas proximidades e desenvolver ainda mais o Maranhão, a AVB estará lançando o Polo Metal Mecânico Aço Verde. Localizado em Açailândia, será uma área destinada a instalação de novas indústrias que têm demanda pelo aço verde.

Para isso, a empresa buscou parceria com os governos municipal, através do prefeito de Açailândia, Sr. Aluísio Souza, e estadual, em reunião no final do último mês com o secretário de Indústria e Comércio (Seinc), Simplício Araújo, para apoiarem no que for necessário, na atração do investimento destas indústrias, gerando assim emprego e renda a centenas de famílias e divisas para Açailândia e o Maranhão.

“Estamos lançando o Polo Metal Mecânico Aço Verde, ao lado da usina. Serão 20 lotes para parceiros da AVB que queiram investir e beneficiar o aço verde. As empresas serão agraciadas com terreno subsidiado pela AVB, energia elétrica barata, benefícios fiscais federais, estaduais e municipais, além de logística favorável para o escoamento dos produtos aos mercados interno e externo”, garantiu o proprietário da AVB.

O lançamento do novo polo ocorrerá no próximo mês de março, quando a diretoria da AVB realizará um evento de recepção a potenciais investidores e representantes institucionais, a fim de apresentar o projeto e seus inúmeros benefícios “Vamos juntos criar o Polo Metal Mecânico Aço Verde, contribuindo para este grande estado nordestino, aproveitando o potencial humano e logístico desta região, além da matéria-prima de alta qualidade que é o aço verde, produzindo assim diversos produtos subsequentes da cadeia, transformando oportunidades em realidade”, finalizou Ricardo.

Fonte: Jornal O Imparcial e https://avb.com.br/aco-verde-do-brasil/

Vida na roça no interior do Maranhão

Crônica de Diêgo Nunes Boaes

Em meus tempos de criança, meu avô me acordava às 5h da manhã, antes de o galo do terreiro cantar, pegava sua foice e íamos a pé pelo campo, sentido povoado Canaranas em Peri-Mirim, era o mês de novembro, tempo de fazer roçado, íamos andando nos torrões que o tempo tinha marcado pela seca. Eu carregava uma garrafa térmica com bastante água e gelo para que até meio-dia tivéssemos o que beber. Minha avó preparava farofa de ovo para levarmos como merenda, às vezes colocava uma carninha seca frita, quando tinha, mas a farinha d´água não podia faltar. Ao chegar na casa da minha bisavó, recebíamos a benção dela e partimos para o roçado do meu avô, Domingos, vulgo Duro.

Entrávamos mato a dentro, ele cortava todos os matos e eu os puxava e os arrumava, deixamos que o tempo tomasse conta e todos secassem. Podíamos ouvir longe, aqueles toques nas madeiras. Após três dias de sol intenso, voltávamos para o roçado e tocávamos fogo em todas as plantas derribadas e já totalmente secas. O fogo se cabia de torrar tudo.  Os talos meu avô fazia questão de pegar todos eles, pois iriam servir para o cercado da roça. Eu os arrumava, os matos que não queimavam, fazíamos as rumas, chamadas de coivara para que queimassem também. O suor escorria aos nossos rostos, e a cor da tisna do carvão, criado a partir da queima, transcendência nosso corpo, os ombros avermelhados e feridos ficavam.

Depois que estava completamente limpo todo o roçado, iniciávamos a cercar, meu avô tirava os morões e os cipós, ele sempre tirava e eu era responsável em carregar as coisas necessárias para dentro da futura roça, levava nos ombros, mas quando não dava conta, arrastava-os.  Ele fazia os buracos, colocávamos os morões, socávamos com um pedaço de pau um pouco fino, para que o morão ficasse bem firme. Metíamos os talos secos, entremeávamos um com outros entrelaçados ficavam bem firmes, os cipós serviam para amarrar as pontas dos talos entre um e outro e ainda para segurar junto dos morões. Após tudo isso, limpávamos todo o roçado e aguardávamos o início das chuvas. Minha bisavó Tonha e minha tia bisavó Lica chegavam de surpresa para pegar a madeira que havia queimado para servir de lenha em suas cozinhas.

Ao início das chuvas, geralmente nos meses de janeiro para fevereiro, começávamos a nos preparar para as plantações, levávamos milho, feijão, maxixe, maniva e arroz para o plantio. O arroz era plantado nas áreas mais baixas, devido ao escoramento d´água e o alagamento. Geralmente ia conosco, meus tios, primos e avós. A família toda ocupava o roçado, para passar o dia todo. Era feito até uma pequena cabana improvisada. Minha avó levava o nosso almoço para a roça, e várias mangas doadas pela bisa Tonha, juntamente com um punhado de farinha. Uma manga para cada um e farinha para saboreamos com a manga era distribuído para todos, até no almoço a farinha não podia faltar, pois como bom baixadeiro, comer sem a preciosa farinha d´água parece que o comer não desce.

Eu plantava junto com meu avó e meus primos os caroços de milho e ajudamos os tios no plantio da maniva, minha avó e minha bisa plantavam o feijão e o arroz, meus tios plantavam maniva e maxixe. Deles o que mais demorava era a maniva, ao chegarmos, meu avó e meus tios pegavam os troncos das manivas secas e decotavam, ou seja, cortava todos em tamanhos pequenos e iguais, com auxilio do facão ou patacho e um tronco de árvore que era colocado transversalmente apoiado em uma pendoveira. Juntávamos os pedaços de maniva com tamanho de um palmo e colocávamos nos cofos, os destinados a plantá-las amarravam o cofo nas cinturas.

Os milhos, e as demais sementes eram despejadas nas cuias que serviam de suporte para colocar nas covas abertas pelas enxadas. As manivas eram colocadas de duas em duas, as cabeças dos pedaços de maniva ficavam juntas, para que ao crescer acompanhassem só um ritmo. O milho era colocado 2 ou 3 sementes em cada cova, quando o milho era bonito e de belas espigas colocávamos 2 caroços, mas quando eram espigas pequenas colocávamos 3 caroços, as covas eram feitas em sentido dobrado, duas covas juntas, pois se morresse o milho plantado em uma, a outra ficaria para suprir aquele vago. O arroz era plantado com auxílio de uma máquina, 5 em 5 caroços para cada cova e eram bem próximas as covas uma das outras. O feijão era semeado também na baixa e colocado 3 ou 4 sementes nas covas, as folhas do arroz cobriam as covas abafando e servindo de estrume para as covas de feijão para que crescessem mais rápido e dessem bons e belos pés de feijão. Os pedaços secos de maxixe eram atirados junto das covas de maniva.

Em meio a muita chuva, as plantações cresciam, junto dela vários matos também, meu avô e eu íamos para a roça, para capinar com o auxílio de um patacho e ver se não tinha furos feitos por porcos nas cercas do roçado. O que me faz às vezes rir é que meu primo mais velho, quando meu avô dizia: – vamos plantar rápido para ir cedo pra casa. Ele enchia de 8, 9 e até 10 caroços as covas de milho. Só descobríamos quando chegávamos para capinar.

No mês de abril íamos colher as espigas de milho, era a parte que mais gostava, pois pensava logo em comê-las assadas, cozidas, feitas pamonhas e canjicas. Minha avó separava as espigas moles serviam para comer cozida, um pouco mais dura, assávamos ou eram raladas para fazer canjica ou pamonha, as muito duras eram utilizadas para alimentar as criações de galinha, pato e porco.

Naquela vida de roça, lembro-me dos pés de frutinha do mato, maracujazinho, murta, ingá e veludo eram as frutas que mais apreciava. Lembro-me também do cansaço, mas da única maneira que tínhamos de ajudar no sustento de casa, de como meu avô havia criado seus 6 filhos, na luta e no batalho, nos cabos da enxada e da foice, às vezes reclamava de acordar cedo, mas muito aprendi com meu avô, dos valores que ele me ensinou levo para a vida toda.

Entre os brasileiros, os jovens são os mais generosos

O Programa Nacional de Incentivo ao Voluntariado no Brasil, instituído pelo Decreto nº 9.906, de 9 de julho de 2019, divulgou em seu site os dados do voluntariado no Brasil, em que informa que num universo de 146 países, o Brasil ficou em 122.º, a pior colocação entre os países da América do Sul.

O relatório da Charities Aid Foundatio (CAF), em parceria com o Instituto para o Desenvolvimento Social (IDIS) publicaram o relatório sobre doações e voluntariado no Brasil.  O Relatório Brasil Giving 2019 traz um panorama do comportamento e do pensamento dos brasileiros em relação a doação, voluntariado e engajamento cívico.

Entretanto, o relatório traz notícias positivas em relação ao futuro do Brasil. Segundo o estudo, os brasileiros mais jovens também são os mais generosos e os mais inclinados a participar de atividades cívicas e demonstraram ser mais dispostos a aderir a um grupo de pressão ou movimento social.

Esta é a segunda edição do relatório e foi baseado em entrevistas com mais de mil pessoas no mês de agosto de 2018 e que leva em consideração as ações realizadas nos doze meses que antecederam a entrevista.

Além disso, boa parte dos entrevistados acreditam que as organizações da sociedade civil possuem um impacto positivo nas comunidades locais no Brasil e internacionalmente. Eles também afirmam que “ter dinheiro” é o principal fator para determinar um crescimento na doação de tempo, bens ou dinheiro em 2019 (57%).

Entretanto, segundo o relatório, os números variaram muito pouco entre 2017 e 2018, o que apesar de parecer positivo, não pode ser visto como uma boa notícia uma vez que retrata uma estagnação ao invés de um crescimento na generosidade do brasileiro. Isto se torna mais claro quando comparamos o Brasil a outros países. Ano passado a CAF publicou o ranking dos países mais solidários, o World Giving Index 2018. Para ler o relatório completo, acesse o link.

Fonte: https://patriavoluntaria.org

Imagem de destaque: III Ação de Graças na Jurema. 27/07/2019, no Sítio Jurema, Povoado Cametá, Peri-Mirim, Maranhão, Brasil.

Sérgio Moro recebe lideranças indígenas

Nesta quinta-feira (20), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, recebeu 17 lideranças indígenas de comunidades do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Pernambuco. O objetivo do encontro foi ouvir as demandas dos indígenas. O presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marcelo Augusto Xavier, também esteve presente.

Para Moro, o governo deve auxiliar as comunidades indígenas e garantir a autonomia necessária para que não fiquem dependentes do governo. “A política deve favorecer as escolhas próprias das comunidades, com a preservação de suas culturas e tradições”, afirmou.

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Na ocasião, as lideranças abordaram a necessidade de uma gestão sustentável de seus territórios, o fortalecimento da Funai como órgão facilitador do diálogo com o governo, a necessidade de demarcação de terras indígenas e de solução de conflitos agrários.

O ministro se comprometeu a analisar o pleito dos indígenas e de buscar soluções para as comunidades, respeitando as escolhas de cada uma.

Fonte: https://www.novo.justica.gov.br/

Não perturbe

Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, 2,5% dos usuários da plataforma www.consumidor.gov.br afirmaram receber ligações telefônicas indesejadas. Esse foi o resultado da pesquisa realizada, em abril de 2019, pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) para mapear o volume de insatisfação do cidadão.

A pesquisa mostrou a importância da regulamentação do setor e a urgência da criação de serviços de “Não me Perturbe” para operadoras de telefonia (lançado em julho de 2019) e de instituições financeiras (inciado em janeiro de 2020).

#RelembreMJSP e veja os dados da pesquisa: bit.ly/2UTA0um