Mais uma fuga de cérebro: após ser impedida de se matricular na USP, jovem ganha bolsa em escola nos EUA

“Nós, da StartSe, acreditamos que não são os diplomas que definem nossas habilidades, mas sim o conhecimento que se adquire. Por isso, decidimos acompanhar a Elisa no seu desenvolvimento.”

A jovem Elisa Flemer, 17 anos, passou para engenharia civil na USP (Universidade de São Paulo) com a 5ª melhor nota entre os candidatos do curso na Fuvest – prova para ingressar na universidade.

Mas a Justiça a impediu de se matricular na instituição por ela não ter o diploma do ensino médio. Sensibilizada com a história e dedicação de Elisa com os estudos, a empresa StartSe concedeu à jovem uma bolsa de estudos na escola internacional de negócios StartSe University, em San Francisco (EUA).

De acordo com o CEO da empresa, Junior Borneli, a bolsa da adolescente cobrirá todos os seus gastos lá no Vale do Silício. Com a bolsa, Elisa estudará administração de negócios e fará estágio, também na StartSe.

Nosso Brasil é uma tristeza: excesso de leis para atrapalhar o desenvolvimento do país. Elisa se submeteu ao teste, foi aprovada, o que mais seria preciso para provar sua capacidade?! Perdemos mais um cérebro que segue magoado com nosso país, cujas leis e políticos são reprovados pela maioria da população.

Fonte: https://razoesparaacreditar.com. Adaptado por Ana Creusa

Ator Paulo Gustavo morre aos 42 anos vítima da Covid-19

O ator, humorista e diretor Paulo Gustavo morreu na noite desta terça-feira (4) em decorrência de complicações da Covid-19. Ele tinha 42 anos e deixa dois filhos de 1 ano de idade, Romeu e Gael, e o marido, o médico Thales Bretas, com quem se casou em dezembro de 2015.

Internado desde 13 de março, ele realizou tratamento em um hospital privado em Copacabana, no Rio de Janeiro.  Pouco depois, em 21 de março, Paulo Gustavo teve de ser intubado devido às dificuldades respiratórias causadas pelo novo coronavírus.

Após alguns dias de evolução favorável, Paulo Gustavo voltou a piorar no início de abril, necessitando de um tratamento conhecido como Oxigenação por Membrana Extracorpórea (ECMO, na sigla em inglês), que buscava auxiliar a função pulmonar.

Balança comercial registra o melhor resultado em 24 anos, com superávit de US$ 10,35 bi em abril

Valor é a diferença de US$ 26,48 bilhões em exportações e US$ 16,13 bilhões em importações; no acumulado do ano, Brasil tem saldo positivo de US$ 18,26 bilhões, alta de 106,4%.

Beneficiada pela alta das commodities (bens primários com cotação internacional e pela recente mudança de metodologia, a balança comercial registrou o melhor saldo da história para meses de abril. No mês passado, o país exportou US$ 10,349 bilhões a mais do que importou.

balança comercial brasileira fechou abril com superávit de US$ 10,35 bilhões, alta de 67,9% na comparação com o mesmo mês em 2020, segundo dados divulgados pelo Ministério da Economia nesta segunda-feira, 3. Este é o melhor desempenho para qualquer mês da série histórica iniciada em 1997. O saldo é resultado de US$ 26,48 bilhões em exportações, aumento de 50,5%, ante US$ 16,13 bilhões em importações, avanço de 41,1%. A corrente de comércio, que mesura o valor das transações, registrou alta de 46,8%, somando US$ 42,61 bilhões. No acumulado do ano, a balança comercial registrou superávit de US$ 18,26 bilhões, alta de 106,4% na comparação com janeiro e abril do ano passado. No período, a venda de produtos brasileiros no mercado internacional cresceu 26,6%, totalizando US$ 82,13 bilhões, enquanto a compra de itens estrangeiros cresceu 14%, somando US$ 63,87 bilhões. Este é o segundo melhor desempenho para o mês, atrás somente do acumulado de US$ 19 bilhões em 2017.

China se mantém como o principal parceiro comercial brasileiro, responsável pela exportação de US$ 10,35 bilhões e importação de US$ US$ 3,09 bilhões, fechando o mês de abril com saldo positivo de US$ 7,26 bilhões para o Brasil. As exportações para os Estados Unidos somaram US$ 2,32 bilhões, enquanto as importações chegaram a US$ 2,73 bilhões. O saldo deixa o Brasil com saldo negativo de US$ 42 milhões. Já com a Argentina, o principal parceiro comercial dos brasileiros na região, as exportações registraram US$ 90 milhões, enquanto as importações foram de US$ 82 milhões, fechando com superávit de US$ 7 milhões para os brasileiros.

Fonte: Agência Brasil.
Fonte MEC

Os efeitos catastróficos da pandemia na Educação Brasileira

O governo de São Paulo estima que levará 11 anos para recuperar a aprendizagem perdida em Matemática durante a pandemia nos anos iniciais do ensino fundamental. Estudantes do 5.º ano da rede estadual perderam habilidades que já haviam adquirido. Hoje, um aluno de 10 anos de idade tem desempenho pior do que ele mesmo tinha quando estava com 8 anos.

Os dados sobre o desempenho dos estudantes foram divulgados pelo secretário estadual da Educação, Rossieli Soares, em 27 de abril. Os alunos passaram por avaliações amostrais semelhantes ao Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), do governo federal, e, por isso, segundo o secretário, é possível comparar os resultados obtidos agora com as avaliações externas anteriores.

As escolas estaduais em São Paulo foram fechadas em março do ano passado, para conter a disseminação do coronavírus. Só em setembro começaram a ser reabertas, para atividades de reforço, com baixa participação de alunos. Alguns municípios, como a capital paulista, vetaram a reabertura naquele mês. Neste ano, as aulas presenciais começaram em fevereiro, mas um mês após a reabertura foram suspensas novamente por causa do recrudescimento da pandemia. O novo retorno ocorreu no dia 14 de abril e enfrenta resistência de professores, que temem contaminação.

Segundo o estudo apresentado, a perda de aprendizagem é maior em Matemática e mais evidente no início do ensino fundamental, com alunos mais novos. “Além de não aprender novas coisas, o aluno não consolidou o que tinha aprendido”, explica Rossieli. Para manter o mesmo nível de aprendizagem que tinham em 2019, os estudantes teriam de subir 46 pontos na escala do Saeb.

Nas últimas edições do Saeb, porém, os estudantes do ensino fundamental subiram apenas 4 pontos por ano, o que levou a Secretaria Estadual da Educação a estimar que seriam necessários cerca de 11 anos para recuperar a aprendizagem perdida nos anos iniciais do ensino fundamental.

“No 5.º ano, com esse resultado de Matemática, os alunos sabem resolver problemas muito elementares de adição e subtração, não sabem multiplicação e divisão, não sabem ler um gráfico nem dados apresentados em tabela, que são habilidades básicas e essenciais importantes para prosseguir com os estudos”, diz Lina Kátia, vice-presidente da Associação Brasileira de Avaliação da Educação e coordenadora do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (Caed), ligado à Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

 

A avaliação para medir os impactos da pandemia na rede estadual paulista foi aplicada pela Secretaria da Educação em parceria com o Caed. As provas, com questões de Matemática e Língua Portuguesa, foram realizadas no início deste ano. Fizeram os testes cerca de 21 mil alunos do 5.º e 9.º anos do ensino fundamental e da 3.ª série do ensino médio da rede estadual de São Paulo.

Alunos do 5.º ano obtiveram nota média de 196 pontos em Matemática – em, 2019, o desempenho do 5.º ano no Saeb era de 243 pontos. O governo paulista vinha registrando melhora gradual nesta série ao longo da década. Mas esse resultado agora é equivalente ao que a rede estadual tinha em 2007. Ou seja, os avanços no 5.º ano foram perdidos, de acordo com o novo estudo. Em Língua Portuguesa, os alunos do 5.º ano obtiveram 194 pontos no teste realizado no início deste ano. Em 2019, o resultado do Saeb para esta série era de 223 pontos. O nível de aprendizagem que os alunos têm hoje equivale ao que a rede estadual registrava 10 anos atrás.

No 9.º ano do ensino fundamental e no 3º. ano do ensino médio, também há prejuízos, tanto em Português como em Matemática, mas em escala menor do que o prejuízo verificado entre os estudantes mais novos. Uma das hipóteses é que alunos mais velhos têm autonomia maior para estudar em casa. Já entre os mais novos, o fechamento das escolas tem impacto ainda maior na aprendizagem.

O governo paulista também comparou o desempenho de alunos do 5.º ano com os resultados de uma prova estadual, o Saresp, aplicada para estes mesmos alunos quando eles estavam no 3.º ano do fundamental. Os resultados indicam que após 15 meses, os alunos estão em um nível de proficiência apenas levemente superior em Língua Portuguesa e menor em Matemática.

Em Matemática, um estudante do 3.º ano que fez 212 pontos no Saresp hoje tem nota 196, apesar de já estar no 5.º ano. “Não só não temos avanço como podemos ter regressão”, disse Rossieli. O secretário qualificou os retrocessos na Educação como uma “catástrofe”. Para Rossieli, os estudantes podem levar as dificuldades em Matemática até o fim do ensino médio.

Para superar as defasagens, o secretário reforçou a necessidade de que as escolas continuem abertas e apresentou um projeto de recuperação de aprendizagem, com a contratação de mais professores para reforço escolar. Segundo a pasta, 2.261 professores estão atuando com recuperação e mais 10 mil docentes ainda podem ser contratados.

Também deverá ser feita uma repriorização curricular, que significa colocar foco em habilidades consideradas essenciais para os alunos avançarem. No Centro de Mídias, plataforma do governo estadual para atividades remotas, haverá expansão da carga horária diária.

Como o Estadão mostrou, com o retorno de alunos às aulas presenciais em fevereiro, aumentaram as queixas de pais em relação às aulas remotas para quem ficou em casa. Segundo as famílias, há pouco acompanhamento dos professores da turma no Centro de Mídias. Na plataforma, docentes dão aulas para toda a rede de ensino, mas, segundo os pais, os alunos mais novos sentem falta do contato virtual direto com seus professores, que foram deslocados para as aulas presenciais.

De acordo com o governo, haverá acompanhamento semanal com grupos menores no Centro de Mídias. “Vamos ter professores para orientar estudantes que vão estar organizados em grupos de 8 a 12 alunos. Esse professor consegue focar nas principais necessidades e desafios daquele grupo”, explicou Bruna Waitman, coordenadora do Centro de Mídias. A pasta estima que frequentaram as aulas presenciais 1,1 milhão de estudantes, após o fim da fase emergencial no Estado de São Paulo – a rede tem 3,6 milhões de alunos.

Para Emily, de 10 anos, aluna de uma escola estadual na capital, não houve avanço na pandemia. No 5.º ano, ela mal sabe ler e escrever e não sabe fazer contas – só pelo celular. A menina já tinha dificuldades antes da pandemia e, com as aulas remotas, os problemas se agravaram. “Em casa não tem internet. Eles falam que vão colocar os pais em um grupo para passar atividades para fazer em casa, mas estou esperando faz tempo”, diz a mãe, Fabiana Rossi, de 30 anos. Ela também diz que faltam atividades de recuperação e atendimento psicológico. A menina voltou a ter aulas presenciais, mas vai apenas uma vez por semana – a escola só pode receber 35% dos alunos.

Na rede privada, impactos de aprendizagem também serão sentidos. Um dos diretores da Associação Brasileira de Escolas Particulares, Arthur Fonseca Filho destaca que “as perdas vão existir, do ponto de vista do sistema educacional como um todo, porque ele exige a atividade presencial. O que se faz de forma remota é um remendo diante da impossibilidade das aulas presenciais“. O diretor também aponta que a associação não presta nenhum tipo de orientação para as escolas particulares, mas que a rede interage para troca de métodos pedagógicos que estejam funcionando durante a pandemia.

Ainda sobre as perdas, Arthur esclarece que deve ser feita uma avaliação quando as atividades voltarem presencialmente, de forma efetiva, para todos os anos. Porém, ele garante que algumas mudanças devem impactar o processo educacional para sempre. “A aprendizagem mudou, não somente a relação dos estudantes com o acesso tecnológico. O processo de aquisição do conhecimento se tornou mais autônomo, isso é um ganho para os estudantes. Especialmente os maiores”, diz ele.

Resultados de São Paulo sugerem cenário ainda pior em outros Estados

O cenário atestado em São Paulo pode ser pior em outros Estados que ainda nem mediram o desempenho de alunos. “A Secretaria de São Paulo conseguiu estruturar uma resposta, errando, refazendo, melhorando. Se esses resultados aconteceram em São Paulo, que teve uma das melhores reações do País, o que dá para projetar para o resto do Brasil é uma situação muito mais crítica“, diz Priscila Cruz, presidente executiva do movimento Todos pela Educação.

Apesar da urgência de ações na área, especialistas veem omissão do Ministério da Educação (MEC) em projetos para garantir a volta segura às escolas e redução das defasagens. Segundo Priscila, a recuperação demanda investimentos em formação docente, revisão do calendário escolar e currículo, além de reformas físicas em escolas para que o retorno seja seguro. “Também é muito importante envolver os professores, em uma conversa aberta, desarmada. Colocá-los como parte da solução”, diz.

Fonte: https://www.terra.com.br/noticias/

Um dia de mendigo

Por Ana Creusa

Final da década de 1950. Era festejo do glorioso São Sebastião. Igreja lotada. O padre Edmundo de frente para a cruz do altar e de costas para os fiéis, celebrava a Santa Missa em latim.

Terminada a missa. O pároco desceu do altar, reuniu os padrinhos e madrinhas em um círculo, para dar as instruções sobre o concorrido Batizado.

Desde à entrada na igreja, ninguém conseguia tirar os olhos da esposa do famoso advogado Joaquim. Ela estava vestida em um tubinho escarlate que, além de curto, deixava à mostra os fartos seios.

O santo padre não teve como ignorar a situação. Voltou-se ao marido, que estava muito bem trajado, de terno e gravata, então, poderia resolver o problema. Pediu-lhe gentilmente.

– Empreste seu paletó à sua esposa, para que eu possa dar seguimento ao Batizado.

O advogado fez ouvido de mercador. Continuava ereto, na sua pose de sempre.

– Cubra sua esposa com seu paletó, Doutor! Ordenou o padre.

Os presentes imaginaram que o orgulho do advogado seria a causa da recusa de se despir do apetrecho que fazia parte do seu costumeiro traje.

O advogado ainda pensou se aquela seria a melhor saída, ou se simulava alguma desculpa, típica do teatro do Tribunal do Júri.

Sem outra saída possível, o Dr. Joaquim resolveu obedecer ao padre e retirou seu paletó, bem devagarinho, com gestos indecisos.

Sob a admiração de todos, o advogado deixou à mostra uma camisa toda rasgada, que lhe sobravam apenas o colarinho, que segurava uma gravata de seda, e os punhos que ficavam à mostra quando levantava os braços.

A situação era constrangedora! Todos viram os farrapos que estavam sob aquele paletó de linho belga, vestido pelo rico advogado. Na ocasião, suas vestes imitavam ao de um mendigo, sem que tivesse a mesma humildade.

Os muitos afilhados ficaram órfãos das bênçãos do padrinho, pois o famoso advogado nunca mais pisou no município.

História passada de pai para filhos, por José dos Santos, patrono da Cadeira nº 24 da ALCAP.

Três empresas dos EUA e uma do Canadá serão as primeiras empresas a operar no Centro de Lançamento de Alcântara

A Força Aérea Brasileira (FAB) e a Agência Espacial Brasileira (AEB) anunciaram nesta quarta-feira (28) o resultado do edital de chamamento público para selecionar empresas com interesse em realizar operações de lançamentos de veículos espaciais não militares a partir do Centro Espacial de Alcântara (CEA), no Maranhão.

Esses são os primeiros acordos fechados com a iniciativa privada para o uso compartilhado da base, que é mundialmente conhecida por ter localização bastante privilegiada, a qual permite economia de até 30% em determinados tipos de lançamentos.

São quatro as empresas selecionadas, cada uma responsável por operar uma unidade do CEA.

1) A Hyperion, dos Estados Unidos (EUA), vai operar o sistema de plataforma VLS;

2) A Orion Ast, também norte-americana, ficará responsável por atuar no lançador suborbital;

3) A canadense C6 Launch foi escolhida para operar a Área do Perfilador, que também é um ponto de lançamento e

4) A Virgin Orbit, outra empresa dos EUA, atuará no aeroporto de Alcântara, que faz parte da base.

Um outro edital, lançado no último dia 16 de abril, vai selecionar empresas para atuar na Área 4 do Centro Espacial.

Fonte: Força Área Brasileira.

FAB apresentará as empresas selecionadas para operarem na Base de Alcântara

Amanhã, dia 28 de abril de 2021, às 17h, está prevista a participação do Sr. Presidente da República, Jair Bolsonaro, na “Cerimônia de divulgação das empresas selecionadas para operação do Centro Espacial de Alcântara”, na Estação de Autoridades da Base Aérea de Brasília.

Faça já a sua inscrição no nosso canal no Youtube e ative o “sininho” para ser notificado quando a transmissão iniciar.

Fonte: Força Aérea no Twitter.

Dias das Mães Solidário em Peri-Mirim

Para celebrar o dia das mães de forma solidária, resolvemos pedir aos amigos e conterrâneos para colaborem com algumas cestas básicas que serão distribuídas para as mães de uma comunidade carente do nosso município.

De acordo com cotação de preço no município, cada cesta básica é R$ 60,00 (sessenta reais), com os seguintes itens: 03 Kg de arroz; 02 Kg de açúcar; 01 pacote de café; 02 latas de sardinha; 02 pacotes de macarrão; 02 pacotes de biscoito; 01 litro de óleo e 01 Kg de feijão.

Quem desejar colaborar pode efetuar depósito bancário ou comprar a cesta diretamente e também participar da distribuição em data a ser combinada.

Organizadores,

Sargento César, Ana Cléres e Diêgo Nunes.

A Etiópia vai reformular seu sistema educacional, por meio de Estratégia Nacional de Transformação Digital

Acreditamos que a nova tecnologia vai oferecer uma oportunidade fundamental para acabar com a exclusão digital e ampliar o acesso ao ensino superior e ao emprego, afirmou o Ministro da Educação da Etiópia.

O objetivo é dar a todos os alunos qualificações digitais verificadas em blockchain que reduzam as aplicações fraudulentas de universidades e empregos e aumentem a mobilidade social, permitindo que potenciais empregadores verifiquem todas as notas sem agências de terceiros.

A empresa global de pesquisa e desenvolvimento de blockchain (que funciona como chave de acesso) da empesa IOHK (empresa de tecnologia) anunciou uma parceria única com o governo da Etiópia.

O link-up implementará um sistema nacional de registro de alunos e professores baseado em blockchain para verificar digitalmente as notas, monitorar remotamente o desempenho escolar e impulsionar a educação e o emprego em todo o país.

O ID Atala PRISM da IOHK permitirá que as autoridades criem um registro à prova de adulteração do desempenho educacional de cinco milhões de estudantes, 3.500 escolas e 750.000 professores para identificar os locais e causas de baixa realização realização educacional, ao mesmo tempo em que visam os recursos educacionais de forma eficaz.

O governo da Etiópia também está disponibilizando a todos os professores e alunos com tablets e uma rede de internet dedicada dando a todos os alunos, com acesso instantâneo aos seus registros acadêmicos, inclusive o ensino superior e o disponibilização para 80% dos estudantes que vivem em regiões rurais.

As IDs estudantis também serão aparelhadas com dados da Learning Management Systems e aproveitadas por algoritmos de aprendizagem de máquina para impulsionar o ensino personalizado, um currículo dinâmico e políticas e financiamento orientados por dados.

Charles Hoskinson IOHK
Fundador da IOHK, Charles Hoskinson

O sistema de identidade nacional baseado em blockchain está no centro da Estratégia de Transformação Digital da Etiópia. O governo emitiu um padrão nacional de identidade e o ID blockchain Atala PRISM que será o primeiro sistema a emitir IDs com base neste padrão.

A estratégia busca impulsionar a transformação do país em um dos países de renda média do mundo por meio da digitalização de setores como agricultura, manufatura e turismo.

A Etiópia também está examinando a adoção mais ampla dos produtos Atala da IOHK, que incluem a plataforma PRISM, para tudo, desde “track-and-trace” baseado em blockchain de cadeias de suprimentos agrícolas familiares até IDs digitais para transporte ou assistência médica.

Em Adis Abada – capital da Etiópia – a IOHK já está em discussões em torno de um sistema de bilhetagem de transporte digital baseado em blockchain em Adis Abeba.

A blockchain Cardano da IOHK permitirá que as autoridades rastreiem as notas individuais, o comportamento, a frequência e a realização educacional em todas as creches, escolas primárias e escolas secundárias. Os professores também usarão o sistema para gerenciar horários ou transferências, e relatar comportamentos ou abandonos.

John O'Connor IOHK
John O’Connor, diretor de operações africanas da IOHK

John O’Connor, que é diretor de operações africanas da IOHK, acredita que a parceria com o governo da Etiópia pode muito bem ser a faísca que acende uma caixa de tinderbox de inovação blockchain em todo o continente africano.

“A transformação educacional baseada em blockchain da Etiópia é um marco fundamental na missão da IOHK de fornecer identidades econômicas e serviços de emprego, sociais e financeiros para os excluídos digitalmente”, explicou.

“Após cinco anos de P&D, cardano agora está maduro o suficiente para sustentar uma solução blockchain que pode escalar para atender toda uma população nacional.

O projeto poderia, em última análise, ser estendido para universidades onde os diplomas também são verificados digitalmente na blockchain Cardano, permitindo que os empregadores validem facilmente a autenticidade das credenciais educacionais dos candidatos.

A IOHK há muito reconhece que os países do mundo em desenvolvimento poderiam se beneficiar exclusivamente do blockchain devido à sua falta de sistemas digitais incorporados e legados e ao fato de que as blockchains são de baixo custo e exigem pouco poder computacional.

Ele já está trabalhando com outros governos no uso de blockchain para digitalizar serviços públicos, incluindo um projeto com o Ministério da Educação da Geórgia, que é pioneiro no uso de produtos Atala para sustentar um sistema baseado em blockchain para verificar diplomas de pós-graduação.

A IOHK também treinou um grande número de desenvolvedoras de software femininas em toda a Etiópia em soluções blockchain.

Ethiopian Education Minister Getahun Mekuriya
Ministro da Educação Getahun Mekuria

A IOHK foi fundada pelo ícone da blockchain e co-fundador da Ethereum Charles Hoskinson em uma missão para democratizar os serviços sociais e financeiros para as 1,7 bilhões de pessoas “não bancárias” do mundo. O aplicativo PRISM da Etiópia armazenará o ID e os dados exclusivos de cada pessoa para verificar suas qualificações na blockchain Cardano – uma das maiores plataformas de blockchain do mundo.

Dando as boas-vindas ao anúncio da ligação com a IOHK, o ministro da Educação da Etiópia, Getahun Mekuria, disse que o projeto tornaria a oferta educacional do país mais dinâmica.

“O Vale do Sheba da Etiópia já é reconhecido como o principal hub de IA na África, 70% dos nossos graduados estão em disciplinas STEM e agora estamos liderando o caminho no uso do blockchain para digitalizar a educação”, disse ele.

“Isso forma uma prancha-chave de nossa Estratégia Nacional de Transformação Digital e sustentará um sistema educacional exclusivamente transparente e orientado por dados com base em um currículo dinâmico.

“Acreditamos que o blockchain oferece uma oportunidade fundamental para acabar com a exclusão digital e ampliar o acesso ao ensino superior e ao emprego.”

Fonte: https://www.cityam.com

Gracilene Pinto

Gracilene Pinto é natural de São Vicente Férrer. Estudou Direito e História na UFMA. É advogada, servidora pública, compositora, escritora, roteirista e poeta,, com onze livros escritos (pesquisa, poesia, romances e crônicas). um roteiro para cinema e sete peças teatrais. Autora dos livros “Serões na Baixada do Maranhão” e “Na Asa de Um Colibri”, recentemente publicou os livros: “E Daí, Troca Comigo?” e “Cem Anos Como os Lírios do Campo “. É membro do Fórum em Defesa da Baixada Maranhense, coatora do Livro “Ecos da Baixada”.