Programa Maranhão Verde chegou neste ano de 2021 à Baixada Maranhense

Criado para incentivar projetos de conservação e recuperação ambiental, o Programa Maranhão Verde chegou neste ano de 2021 à Baixada Maranhense. São mais 400 famílias atendidas.

O programa dá bolsas financeiras para pessoas que ajudem a preservar o meio ambiente. Os participantes recebem capacitação ambiental, social, educacional, técnica e profissional.

Ao todo, mais de 60 mil mudas serão plantadas na Baixada. Cada uma das 400 famílias vai receber a Bolsa Maranhão Verde de R$ 300 bimestrais.

Lançado em 2017, o programa já beneficiou mais de 452 famílias. Agora, chega a quatro municípios da Baixada Maranhense (Pinheiro, Penalva, Palmeirândia e Santa Helena).

“A efetivação das políticas públicas ambientais perpassa pela produção e plantio de mudas objetivando a recuperação de áreas degradas, pelo enfrentamento das queimadas por meio da brigada contra o incêndio e pela preservação da flora e corpos hídricos por meio da conscientização e educação ambiental de modo amplo”, disse o secretário de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais, Diego Rolim.

Mais sobre o Programa

O primeiro projeto do Maranhão Verde foi executado no Parque Estadual do Mirador, por meio do Projeto Berço do Rio Itapecuru, com a participação de 189 famílias do parque. Atualmente, o programa é realizado no Parque Estadual do Bacanga, com o projeto Florestas Protetoras de Mananciais, destinado à conservação e recuperação das matas ciliares e áreas de recarga do parque, com foco nas regiões do reservatório do Batatã e do Rio Prata.

Matéria publicada em 06/02/2021

Preservação ambiental é o foco do projeto (Foto: Handson Chagas)

No Terreiro da Bisa Bebel

Autora Eni Amorim

No terreiro da Bisa Bebel havia uma infinidade de animais domésticos: galos, galinhas, frangos, frangas, patos e paturis.

A bisa nunca tinha ouvido falar em logística, mas na sua sabedoria popular já utilizava na administração do seu sitio princípios de logística.

O seu galinheiro era bem dividido: as partes das galinhas adultas onde eram colocados os ninhos para postura e chocagem de ovos; a parte dos frangotes, a dos pintos. Todas as acomodações tinham vasilhas com água e poleiros para os animais.

 À parte ficava o chiqueiro dos patos e paturis adultos e o compartimento dos patos e paturis pequenos.

Tibúrcio era o galo do terreiro, ele era garboso, possuía o peito carnudo e avermelhado, cristas e esporas e uma barbela pendurada no queixo. Sem dúvidas nenhuma possuía o posto mais alto na hierarquia do galinheiro; ele gostava de procurar sempre os locais mais altos para cantar seu cocoricó estridente de forma a mostrar quem mandava naquele espaço.

Tibúrcio arrancava suspiros das galinhas e franguinhas do galinheiro, estas quando o viam desfilar garbosamente pelo terreiro diziam entre suspiros: – Nossa que galo bonitão e gostoso! E reviravam os minúsculos olhinhos.

As franguinhas coitadinhas, não podiam “arrastar as asas” para os frangos porque o galo logo chegava ciscando o terreiro chamando o frangote pra briga, quando o franguinho dava uma de valente logo provava dos afiados esporões do Tibúrcio.

As galinhas poedeiras quando se ajeitavam no ninho para botar ovos o ilustríssimo galo se punha a andar pra lá e pra cá em um nervosismo animal; Tão logo que a galinha põe o ovo, ela abre o bico anunciando que botou o ovo, por outro lado, o galo esgoela-se numa cantoria como se anunciando: – Meu filho nasceu!

As donas galinhas, como todas as mães são seres incríveis, são carinhosas, amorosas e fazem tudo pelos filhotes, elas não fazem discriminações, cuidam de qualquer filhote órfão como nos mostram filmes e documentários.

Especialistas dizem que as galinhas são as melhores mães do reino animal. Quando ela sai com sua ninhada para passear, veste a sua melhor armadura e aí do predador que se atrever a mexer com seus filhotes. Muito cuidadosa quando encontra um marisco chama a ninhada para degustar e é uma alegria só ver o piar dos pintinhos mariscando. As galinhas falam com seus filhotes em tons suaves ainda no ovo, e estes podem ouvi-las a partir de sua casca.

Os animais possuem sua linguagem própria; além do famoso “cacarejar” as galinhas também gritam e alertam seus companheiros do perigo de predadores nas proximidades.

Os patos e paturis são animais bem alegres, são também precoces, seus filhotes são capazes de andar, deixando o ninho algumas horas depois de serem chocados. A mamãe pata leva seus filhotes para nadar e é uma bela  paisagem ver os patinhos nadando atrás de sua mamãe pata.

Os patos machos ficam com suas penas mais exuberantes  no período de reprodução também são mais silenciosos do que as patas. (Acho que faz parte do lado feminino ser mais barulhento, risos)

Como todo amor de mãe a mamãe pata faz tudo para proteger os seus filhotes. Quando faz o seu ninho, puxa do seu próprio peito as mais macias penas para alcochoar o ninho e aquecer melhor os ovos.

Enquanto os machos são mais silenciosos, as fêmeas são capazes de fazer diferentes barulhos e são bem mais vocais. É muito comum quando elas avistam pessoas no terreiro darem um sonoro quak, quak, quak…

Com todos os cuidados com seus animais domésticos a bisa Bebel quando tinha que sacrificar um dos seus animais para fazer comida sofria um pouco devido o apego ao animal. Todos os dias no final da tarde na hora de agasalhá-los ela ia conferir se tudo estava nos conformes e ficava triste quando percebia que seus animais tinham sido atacados por raposas, maracajás, teiús, gambás ou outros predadores.

Era agradável ver quando a bisavó saia no terreiro, os animais faziam a maior festa pra ela em cantos, piados ou até beliscões típicos da linguagem do mundo animal dessa maneira podemos dizer que os animais interagem e aprendem com o mundo e tem muito a ensinar os humanos.

Peri-Mirim, 03 de abril de 2021.

Fotos atuais do terreiro do Sítio Boa Vista de Ana Cléres, sobrinha-neta de Isabel Nunes.

O Mercado de Matinha

Autor Aroucha Filho*

Verdadeiramente um mercado moderno, bem construído e funcional, bela fachada. Era, sem dúvidas, o melhor mercado da região, em todos os aspectos.

Na década de 50, na gestão do Prefeito Aniceto Costa, primeiro prefeito eleito de Matinha, portanto no início da emancipação política do município, período das obras estruturantes tão necessárias para a sede do município adquirir a feição de cidade, foi construído o Mercado Municipal de Matinha.

O mercado apresentava-se como uma obra bastante avançada àquela época, tanto pelo aspecto arquitetônico, como pela concepção urbanística. A localização escolhida foi o centro da cidade, buscando equidistância de percurso aos frequentadores daquele importante logradouro público.

O conceito arquitetônico da obra, optou pelo formato geométrico de um quadrilátero, com acesso pelos quatros lados, possibilitado por amplas portas em arcos, no centro de cada lado. Chamava à atenção a sua fachada simétrica, igual em qualquer ângulo de visão frontal. Quatro faces iguais. Destaque ao telhado com quatro águas invertidas, isto é, a queda d’água era para a parte interna do mercado, em um quadrado de piso rebaixado, essa área era descoberta e bem no centro existia um poço, devidamente revestido com tijolos compactos, com poial e tampa de madeira.

O destaque, da bonita fachada do prédio, era o “platibanda”, recurso da arquitetura moderna, que permitia embutir, encobrir a vista do telhado. A primeira obra em Matinha com esse recurso da arquitetura.

O ponto alto dessa simbólica obra foi a funcionalidade projetada, concebida para esse período tão remoto. A começar pela localização na parte central da cidade, edificado quase no centro de um grande espaço vazio, hoje Praça Juarez Silva Costa, antes, Praça Professora Etelvina Gomes Pinheiro. Diz-se que a edificação não ocorreu no centro desse espaço para não sacrificar um frondoso pé de bacaba (Oenocarpus bacaba ), ali existente. Demonstração de avançado sentimento de preservação ambiental.

O prédio era circundado por uma larga calçada, em torno de dois metros de largura. Em razão do desnível do terreno o lado que ficava voltado para a praça, a calçada era alta com degraus. Nos quatros cantos, face externa, tinha espaço reservado para lojas, mercearias ou quitanda como denominávamos esse tipo de estabelecimento comercial. Eram espaços razoáveis, com uma porta de cada lado. Pela parte interna, em cada canto, ficavam os cortes, açougues, destinados à venda de carne verde (bovina e suína) e pescados. Os ambientes eram equipados, com ganchos, mesa, balança com conjunto de pesos e uma tora de madeira onde os açougueiros com a ajuda de machado de cabo curto, cortavam os ossos das rezes em desmonte.

Açougueiros que a memória alcança, trabalharam no mercado, os senhores: Seixas, Maneco Sena, Machado, Domingos Serra, Zé Sena (Zé de Maneco).

* José Ribamar Aroucha Filho (Arouchinha) é natural do município de Matinha-MA, Engenheiro Agrônomo aposentado do INCRA, exerceu os cargos de Executor do Projeto Fundiário do Vale do Pindaré e Executor do Projeto Colonização Barra do Corda. Ex Superintendente do INCRA Maranhão. Foi Superintendente da OCEMA e Chefe de Gabinete da SAGRIMA.

Academia Perimiriense debate a obra “O meu pé de laranja lima”

Clube de Leitura “João Garcia Furtado da Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense (ALCAP) é um sucesso. No último dia 07/11/2020), mais uma atividade importante para discute sobre a obra O Meu Pé de Laranja Lima, com participação do professor doutor Ozaias Batista.

O encontro virtual foi realizado por meio da plataforma Google Meet e foi coordenado pela acadêmica Ana Creusa que explicou a metodologia do debate, apresentando todos os presentes na sala virtual, bem como fez um breve relato sobre o currículo do professor, Ozaias, com ênfase para seu amplo conhecimento sobre a obra objeto de debate, inclusive sua tese de Doutorado versa sobre o tema, cujo título é: Sonhos entre as páginas do meu pé de laranja lima: imaginação e devaneio poético voltado à infância.

Após a apresentação da escritora, a coordenadora do debate passou a palavra à professora Nasaré Silva que fez uma rica apresentação sobre vida e obra do autor do José Mauro de Vasconcelos que escreveu muitas obras como Arara Vermelha, Rua Descalça, Farinha Órfã, Longe da Terra, O Garanhão das Praias,  Rosinha – Minha canoa, (inclusive, essa obra foi usada num curso de português, na Sorbonne, em Paris. Entre tantas obras escritas e publicadas, nos atentemos mais em:  O Meu Pé de Laranja Lima, obra que se tornou um clássico da literatura brasileira, apresentada pelo Prof. Dr. Ozaias Batista.

Passada a palavra ao Prof. Manoel Barros que é gestor pelo Fórum da Baixada do Projeto Academias na Baixada, do cujo principal objetivo do projeto é fomentar a criação de academias populares no território da Baixada Maranhense, voltadas à cultura e à historiografia dos municípios.

Ato contínuo o convidada iniciou os debates, fazendo considerações interessantes sobre a obra, dando ênfase à imaginação do personagem principal da obra, Zezé, respondendo a vários questionamentos dos presentes.

O Projeto Clube da Leitura da ALCAP está avançado para se tornar referência no estímulo aos jovens e adolescentes no maravilhoso munda da leitura.

Conheça mais sobre o  Clube de Leitura João Garcia Furtado.

Coordenadores do Projeto: Ana Creusa Santos, Eni do Rosario Pereira, Diêgo Nunes Boaes, Jessythannya Carvalho Santos, Maria de Lourdes Campos, Nasaré Silva e o aluno Paulo Silva, que recebem os parabéns e agradecimentos.

Fórum da Baixada e UFMA visitam o Centro Espacial de Alcântara

Integrantes do Fórum em Defesa da Baixada Maranhense (FDBM) e da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) visitaram as instalações do Centro Espacial de Alcântara (CEA). A visita foi precedida de ofício dirigido ao Diretor do CEA, Coronel Aviador Marcelo Corrêa de Souza, no qual o FDBM demonstrou interesse em conhecer o projeto pela sua importância econômica, social e tecnológica para as microrregiões da Baixada e Litoral Ocidental Maranhenses. A solicitação foi aceita e, na manhã do último dia 29 de outubro, os membros da comitiva do FDBM e UFMA (Alberto Muniz, Ana Creusa, Expedito Moraes e Zefinha Bentivi) dirigiram-se à cidade de Alcântara a bordo de uma das lanchas da Força Área Brasileira, acompanhados pelo Coronel Tavares. Na chegada, foram recebidos com um delicioso café da manhã.

Durante a apresentação das instalações da base, parou-se para admirar a construção da sede administrativa, cuja construção possui excelsa beleza, com paredes que captam a ventilação natural do ambiente externo. Em seguida dirigiram-se ao auditório para assistirem à brilhante palestra proferida pelo Vice-diretor do CEA Glauco Candido que falou que o Centro é a segunda base de lançamento da Força Aérea Brasileira, com uma localização equatorial privilegiada, que permite que os lançamentos sejam feitos com mais facilidade. É uma parte importante no caminho do país como protagonista no cenário geopolítico mundial, que já fez 111 operações e o lançamento de 490 foguetes.

Falou, ainda, sobre as ações de assistências às comunidades do entorno do Centro, para quem mantém um mini hospital e uma escola (Caminho das Estrelas) para 130 (cento e trinta) alunos que obtiveram nota 7 (sete) no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), segundo informou Huxley Bruno, Coordenador Regional da Agência Espacial Brasileira (AEA).

O Presidente do FDBM, Expedito Moraes, agradeceu a honra de o CEA receber integrantes do FDBM e UFMA para conhecerem o projeto, bem como se colocou à disposição da instituição para colaborar, no que for possível, uma vez que esse projeto, além do desenvolvimento científico e tecnológico, pode viabilizar o desenvolvimento social e econômico do Estado do Maranhão, bem como das pessoas, direta ou indiretamente envolvidas nesse magnífico projeto.

A Pró-reitora de Extensão e Cultura da UFMA, Josefa Bentivi, discorreu sobre a parceria com o FDBM para construção do Plano de Desenvolvimento da Baixada, iniciando-se com o Termo de Cooperação Técnica e a realização do Fórum do Turismo da Baixada Maranhense que surge da necessidade de se pensar o turismo na região.

Em seguida, partiram em um transporte do CEA para conhecer as demais instalações, acompanhados sempre de fatos históricos e flash fotográfico daquela beleza inusitada para os visitantes. Após o saboroso almoço passaram às homenagens. A biblioteca do CEA foi presenteada com algumas obras sobre a Baixada, entre as quais o livro Ecos da Baixada. Os visitantes receberam dos anfitriões um belo book sobre o CEA: uma janela brasileira para o futuro.

No caminho de volta do futuro para a realidade, houve uma parada no Centro Histórico de Alcântara para apreciar e tirar fotos. A viagem de volta, pontualmente às 16 horas, foi marcada pela saudade, pela certeza que há um Brasil possível com amor e disciplina, marcas daquele espaço de competência. Como disse Zefinha, ali cada indivíduo fazia a diferença pela sua competência, parecia uma orquestra – lindo de assistir.

Bosque das Mangueiras em Matinha

Autor Gusmão Araújo*

Trata-se de um itinerário que não pode parar: sonho coletivo, novas parcerias construídas, pessoas entusiastas e muito trabalho!

O Fórum em Defesa da Baixada Maranhense (FDBM) lançou, em 2018, sob a gestão de Ana Creusa, a proposta de institucionalizar o projeto de “Bosques da Baixada”, sob a coordenação dos professores Gusmão e Jucivam da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), ambos filhos de Bequimão.

A partir da inciativa e trabalho de forenses e sob a inspiração do professor José de Jesus Lemos da Universidade Federal do Ceará (UFC) foi gestado o projeto “Paricás em Paricatiua: um sonho possível” ou “Bosque dos Paricás”, que culminou com a o plantio das mudas em 26/01/2019. O Bosque dos Paricás foi um sonho acalentado há anos pelo professor Lemos, filho de Paricatiua, Comunidade ribeirinha de Bequimão.

O Bosque dos Paricás foi inspiração e referência para o Fórum decidir-se pela implantação do “Bosque das Mangueiras em Matinha”, considerada capital dessa fruta na Baixada. Tal iniciativa foi concretizada em evento técnico do FDBM realizado em Matinha no dia 26/08/2018, no “Santuário Ecológico de Ponta Grossa”, na propriedade do forense César Brito.

Na ocasião, foi apresentado e discutido primeiramente as ideias do projeto “Diques da Baixada” plataforma socioambiental redentora para a Região, sob a liderança do forense Alexandre Abreu e, em seguida, foi lançada a proposta do Bosque das Mangueiras, então acolhida pelos forenses, pela comunidade matinhense presente ao evento e pela prefeita municipal. A Srª Linielza comprometeu-se comprometeu em apoiar e providenciar a doação de uma área próxima à sede do município.

No referido evento, o Prof. Gusmão, após apresentar o projeto do Bosque dos Paricás, lançou o desafio para Matinha ao parafrasear Geraldo Vandré “pra não dizer que não falei das Mangas” e reforçando que o “itinerário dos Paricás pode ser um bom guia para Matinha e pra toda a Baixada: sonho, parcerias, pessoas e trabalho”!

O projeto avançou, os forenses se mobilizaram, especialmente o entusiasta César Brito localmente e foi cumprida a expectativa de doação da área do novo Bosque. Os líderes comunitários do Povoado Graça fizeram a doção do terreno.  O espaço escolhido reside uma comunidade quilombola que acolheu o projeto, sendo esta visitada e aprovada pelos forenses em 11 de janeiro de 2019. Na verdade, nessa área possui 2 (dois) hectares, com vegetação preservada e nascente de águas, viceja a possibilidade de se ampliar a ideia inicial de “Bosque das Mangueiras” para “Parque Ambiental de Matinha”, no qual será inserida mudas de mangas de variedades representativas das várias comunidades do Município.

Na sequência, no início de 2020, foram semeados os caroços de manga no viveiro da UEMA, com o objetivo de formar os “cavalos” (porta-enxertos) sobre os quais serão enxertadas as variedades de manga de Matinha. O forense César Brito coletou sementes de mangas de Matinha que foram agregadas ao mesmo trabalho.

No momento, vive-se a expectativa da aguardada viagem, no próximo dia 16 de outubro de 2020, com o objetivo de se realizar a coleta dos ramos de mangueiras selecionadas (tradicionais ou históricas) de Matinha e entorno para enxertia. Desse processo resultarão as mudas que serão plantadas entre fevereiro e março de 2021.

* José Ribamar Gusmão Araújo é natural de Bequimão/Maranhão. Membro-fundador do Fórum em Defesa da Baixada Maranhense (FDBM), Gestor do Projeto Bosques na Baixada do FDBM. Engenheiro Agrônomo, formado pela UEMA. Mestre em Agronomia/ Horticultura pela UNESP, Campus de Botucatu/SP. Doutor em Agronomia/Horticultura pela UNESP, Campus de Botucatu/SP. Leciona no Departamento de Fitotecnia e Fitossanidade (DFIT) da UEMA.
FDBM em Matinha 2018
Palestra de Alexandre Abreu sobre os Diques da Baixada
Palestra de Gusmão Araújo sobre Paricás em Paricatiua
Palestra de Manoel Barros sobre o Projeto FDBM Academias na Baixada
Visitação ao local do Bosque de Matinha

Ozaias Batista aceitou o convite da Academia Perimiriense para o debate sobre a obra “O Meu Pé de Laranja Lima”

Com participação especial do Prof. Dr. Ozaias Batista, o Clube de Leitura da Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense (ALCAP) promoverá no próximo dia  31 outubro, às 16 horas um debate virtual, por meio da plataforma digital Google Meet, para análise da obra “O Meu Pé de Laranja Lima”, do autor José Mauro de Vasconcelos.

Ozaias Antonio Batista é professor de Sociologia na Licenciatura em Educação do Campo da Universidade Federal do Piauí (UFPI/CPCE). Doutor em Ciências Sociais (UFRN). Mestre e Licenciado em Ciências Sociais (UFRN). Pesquisador do Núcleo de Estudo, Pesquisa e Extensão em Educação, Ciência Descolonial, Epistemologia e Sociedade (NEPEECDES) (UFPI). membro e pesquisador do grupo de pesquisa Mythos-logos: ciência, religião e imaginário da UFRN.

O convidado possui experiência como professor no ensino médio, superior e educação à distância nas disciplinas de Sociologia, Ciências Sociais e Educação. Tem amplo conhecimento sobre a obra objeto de debate, inclusive sua tese de Doutorado versa sobre o tema, cujo título é: Sonhos entre as páginas do meu pé de laranja lima: imaginação e devaneio poético voltado à infância.

A escolha do livro O Meu Pé de Laranja Lima foi objeto de votação aberta à comunidade, sendo a 3ª obra a ser lida dentro do projeto do Clube de Leitura “João Garcia Furtado” promovido pela ALCAP. Além da convidada especial, haverá sorteio de livros.  Inscreva-se no Clube de Leitura e participe da reunião, pelo link para o grupo de WhatsApp:  https://bit.ly/2EmmhWF

Após a leitura da obra, os participantes poderão escrever uma breve dissertação, sem delimitação de conteúdo e forma, apenas como incentivo à leitura de interpretação de texto. Os textos serão dirigidos à Comissão, para análise.

A acadêmica e professora Nasaré Silva será a responsável pela apresentação sobre a vida e obra do autor da obra, José Mauro de Vasconcelos e Ana Creusa Martins dos Santos será a mediadora do debate.

Conheça mais sobre o  Clube de Leitura João Garcia Furtado.

Coordenadores do Projeto: Ana Creusa Santos, Eni do Rosario Pereira, Diêgo Nunes Boaes, Jessythannya Carvalho Santos, Maria de Lourdes Campos, Nasaré Silva e o aluno Paulo Silva.

Academia Perimiriense debate a obra O Mágico de OZ com Carol Chiovatto

Clube de Leitura “João Garcia Furtado da Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense (ALCAP) é um sucesso. Ontem (12/09/2020) fizeram uma atividade importante para discutir sobre a obra o Mágico de Oz, com participação da escritora e tradutora de livros da série Mágico de Oz, Carol Chiovatto.

O encontro virtual foi realizado por meio da plataforma Google Meet e foi coordenado pela acadêmica Jessythanya Carvalho Santos que explicou a metodologia do debate, apresentando todos os presentes na sala virtual, bem como fez um breve relato sobre o currículo da escritora, Carol Chiovatto, que é doutoranda (Inglês-USP), escritora, tradutora de obras sobre o Mundo Mágico de OZ.

Após a apresentação da escritora, a coordenadora do debate passou a palavra à professora Lourdes Campos que fez uma rica apresentação sobre vida e obra do autor do Mágico de OZ, Lyman Frank Baum.

Ato contínuo a convidada iniciou o debate, fazendo considerações interessantes sobre a obra. Em seguida, alunos, acadêmicos e professores discorreram sobre as suas impressões sobre a obra e realizaram perguntas à debatedora que dirimiu as dúvidas dos participantes sobre o papel dos personagens da obra, sobre os valores de capacidade de liderança, coragem, humildade, individualidade, respeito, possibilitando reflexão sobre o contexto histórico e atual sobre a obra em análise.

A debatedora presenteou a ALCAP com algumas obras sobre o maravilhoso Mundo de OZ e a Academia a presenteou com a obra Dicionário do Baixadês do acadêmico Flávio Braga.

O debate superou as expetativas, possibilitando um novo olhar sobre a obra analisada. Após o encontro, a escritora postou em seu Twitter, o seguinte: “Acabei de falar sobre Oz com alguns alunos no ensino médio e da academia de letras de Peri Mirim (MA) Nada é mais legal, enquanto pesquisadora, do que poder falar da minha pesquisa com uma turma que leu o livro que o originou e está a fim de conversar”.

O Projeto Clube da Leitura da ALCAP está avançado para se tornar referência no estímulo aos jovens e adolescentes no maravilhoso munda da leitura.

FPM: O 1.º decênio de março de 2020 já foi creditado. Confira os valores a receber pelos municípios da Baixada Maranhense

Foi creditado na última terça-feira, 10 de março, nas contas das prefeituras brasileiras, o repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) referente ao 1.º decêndio do mês.

Não obstante o aumento de aproximadamente 25% em relação ao decênio anterior (3.º decênio de fev/2020), de acordo com os dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o 1.º decêndio de março de 2020, comparado com mesmo decêndio do ano anterior, apresentou uma queda de 13,91%, levando-se em conta a inflação do período, comparado ao mesmo período do ano anterior, a queda é de 16,39%.

Confira os valores creditados para os municípios da Baixada Maranhense (1º Decênio de março/2020).

Tabela ACMS: FPM 1º Dec. 03/2020

Fonte: Secretaria do Tesouro Nacional e CNM.

FPM: O mês de fevereiro fecha com crescimento real de 15,44%. Confira os valores a receber pelos municípios da Baixada Maranhense

Será creditado nesta  sexta-feira, 28 de fevereiro, nas contas das prefeituras brasileiras, o repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) referente ao 3º decêndio do mês, no valor total de R$ 2.292.435.812,73, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Em valores brutos, incluindo o Fundeb, o montante é de R$ 2.865.544.765,91. O Maranhão fará jus a R$ 120.361.861,23 em valores brutos.

De acordo com os dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o 3º decêndio de fevereiro de 2020, descontada inflação do período, comparado ao mesmo período do ano anterior, o crescimento é de 7,21%. O mês de fevereiro fechou em crescimento real de 15,44%, comparado ao mesmo período de 2019, ou seja, corrigido pela inflação do período.

Confira o FPM dos municípios da Baixada Maranhense

Tabela (ACMS). FPM 3ª Dec. 02.2020. COF.FPM: http://painel.siganet.net.br/

Fonte Confederação Nacional dos Municípios