O retorno às aulas: pergunte ao editor geral da República

A Ciência não disse, então, qualquer um pode dizê-lo, sem medo de errar. Mas será criticado, com certeza.

Quem se aventurar a dizer a data que considera adequada para o retorno às aulas, será contraditado pelo interlocutor que o acusará de não ser especialista no assunto.

Afinal, quem vai dizer quando voltar às aulas? Serão os secretários de Educação, os reitores, os pais ou os alunos? Qualquer um desses, menos os professores que já foram silenciados: fala-se em aula dia sim, dia não, mas não se fala em dobrar o número de professores.

Seja pai, aluno ou professor, não poderá opinar. Tem que deixar esse assunto com a Ciência. Mas a Ciência foi silenciada pelo medo. Como o medo é inimigo do conhecimento, o retorno às aulas pode ser qualquer dia.

A Ciência que deveria opinar, tirou férias forçadas pelo sistema de inquisição de ideias.

Há uma saída: perguntar ao Supremo Tribunal Federal (STF), o onipresente, onisciente e onipotente, para que ele edite a norma dos governadores e prefeitos e determine a data correta para a volta às aulas.

Como ninguém deve se atrever em criticar as decisões das vossas excelências, é seguro que a data determinada pelo Supremo, é a única que pode ser praticada sem críticas. Com a palavra, o STF, o silenciador geral da República.

Texto de Ana Creusa Martins dos Santos, Advogada. Foto de destaque For Educator.

Censura nas redes sociais equivale a pena de morte civil praticada na Antiguidade

Uma das vítimas do bloqueio de contas em redes sociais foi o Presidente do PTB, Roberto Jefferson, que fez duras críticas à decisão do Ministro Alexandre de Moraes, a qual compara à pena de morte civil. Diz o presidente do partido que: “Impedir a expressão pública equivale a restauração da antiga pena de morte civil, que constitui a perda da personalidade em vida, e visa destituir certos indivíduos dos direitos inerentes a pessoa humana, como o direito de falar e se manifestar em público. É o fim da cidadania“.

Relembrando que o indivíduo apenado com a morte civil perdia todos os direitos civis e políticos, sendo considerado civilmente morto. Autores que ainda existem resquícios dessa pena na legislação brasileira e, principalmente, no grande número de excluídos que grassam pelas ruas do país – os invisíveis.

Na última sexta-feira (24 de julho de 2020), o Twitter atendeu à ordem do Ministro do STF e retirou do ar, 16 contas de perfis, por supostas críticas aos ministros do Supremo Tribunal Federal.

A decisão proferida está em desacordo com a manifestação encaminhada ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, no dia 23 de junho, sobre um habeas corpus impetrado pelo empresário Otávio Fakhoury, em que o Procurador Geral da República,  Augusto Aras, disse que a determinação de Moraes de suspender contas em redes sociais é desproporcional e contrária ao princípio da liberdade de expressão.

A determinação de bloqueio foi feita em razão de críticas dirigidas aos membros do STF. A decisão de bloqueio foi fundamentada no artigo 21 do Regimento Interno do STF, em que o Ministro determinou “…2) O bloqueio de contas em redes sociais, tais como Facebook, Twitter e Instagram, dos investigados apontados …”.

Antes de executar as penas seria interessante que os membros do STF tentassem responder as seguintes questões: – Por que muitos brasileiros fazem críticas às suas decisões? Será porque deixam muitos processos acumulados até prescreverem as penas, ou porque impossibilitaram a prisão após segunda instância, ou porque proibiram operações policiais durante a pandemia? Será que as críticas são “pura maldade”, e seus os críticos merecem pena de morte civil?

Houve muitas reações no meio político e social, contra e a favor, estes devido à grande polarização que existe no país, ainda há quem defenda da censura, desde que recaia sobre o adversário. Para o jornalista Luis Lacombe: “Não há como aceitar a censura. Não há como aceitar que aplaudam a censura. Liberdade de expressão a todos, aqueles que pensam como eu e os que pensam de forma diferente“.

O Presidente da República, por meio da Advogacia Geral da União, protocolou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADin), que para alguns já é considerada a “Ação do Ano”, exatamente por colocar em xeque várias decisões do STF que defendem a liberdade de expressão.

A referida ADIn questiona que no ordenamento jurídico brasileiro, não respaldo legislativo específico que preconize a possibilidade de bloqueio ou suspensão de funcionamento, por ordem judicial, de plataformas virtuais de comunicação – as conhecidas redes sociais.

Portanto, “Diferenciar entre opiniões valiosas ou sem valor é uma contradição num Estado baseado na concepção de uma democracia livre e pluralista’”. Paulo Gustavo Gonet Branco.

“Eu desaprovo o que dizeis, mas defenderei até a morte vosso direito de dizê-lo” (Evelyn Beatrice Hall). Esta frase não é de Voltaire, e sim de Evelyn Beatrice Hall, que a escreveu para ilustrar as crenças de Voltaire, na sua biografia sobre o autor “Amigos de Voltaire”. Não à censura!

Resultado de teste de farmacêutica americana revela que todos os 45 voluntários apresentaram imunidade contra a Covid-19

“Os resultados criaram expectativa de uma retomada mais rápida da atividade econômica e maior crescimento do PIB mundial”, afirmou Bruno Lima, analista de renda variável da Exame Research.

A bolsa brasileira encerrou em alta, nesta quarta-feira, 15, com o otimismo sobre os resultados da potencial vacina contra a Covid-19 da farmacêutica americana Moderna apresentados na revista científica The New England. De acordo com a publicação, todos os 45 voluntários que participaram da primeira fase de testes apresentaram imunidade contra o vírus.

O bom humor dos investidores com a possível vacina elevou o principal índice acionário brasileiro, o Ibovespa, à maior pontuação desde o início da pandemia, declarada pela OMS em 11 de março. Já em leilão de encerramento, o Ibovespa subia 1,51% para 101.953 pontos.

Nos Estados Unidos, o índice S&P 500 avançou 0,93% e encerrou próximo do patamar em que iniciou o ano.

A Moderna foi a primeira a fazer testes em seres humanos e já está com a segunda fase, com 600 voluntários, em andamento. A terceira fase deve ser iniciada em 27 de julho, com 30.000 pessoas.

Fonte Revista Exame.

Somos de fato almas livres sob as leis de Deus ou escravos abaixo do poder de ditadores?

“Democracia em chamas: a esquerda e sua implacável tirania”
Por Carlos Alberto Chaves Pessoa Junior

“O tema desse filme é se o homem deve ser governado pelas leis divinas ou pelas leis de um ditador como Ramsés. Os homens são propriedades do Estado? Ou almas livres sob as leis de Deus? A mesma batalha existe nos dias de hoje.” É a fala de introdutória do diretor Cecil B. DeMille em seu filme Os Dez Mandamentos.

O grande diretor com um discurso forte e contundente apresentou para gerações de espectadores a superprodução Os Dez Mandamentos e colocou uma questão que ainda ressoa nos dias de hoje: Somos de fato almas livres sob as leis de Deus ou escravos abaixo do poder de ditadores?

Queremos de fato ser livres e senhores de nossas escolhas? Ou diante de tempos difíceis preferimos nos ajoelhar diante da tirania em troca de uma falsa sensação de segurança e bem-estar?

No excelente livro Doze regras para a vida: um antidoto para o caos, o doutor Jordan Peterson escreve: “(…) não significa sofrer silenciosa e voluntariamente quando uma pessoa ou organização nos exige mais, de modo reiterado, do que nos é oferecido em troca. Isso significa que estamos apoiando a tirania e permitindo que sejamos tratados como escravos. Não é virtuoso ser vitimizado por um bully, mesmo que o bully seja você mesmo.”

Não há honra em ser covarde e fraco diante da opressão. O silêncio e a submissão diante de leis injustas, da tirania e da opressão são um ato indesculpável. Ao nos silenciarmos diante do mal nos tornamos cúmplices.  O filosofo Henry David Thoreau em seu livro A Desobediência Civil, escreveu: “Será que o cidadão deve, ainda que por um momento e em grau mínimo, abrir mão de sua consciência em prol do legislador? Nesse caso, por que cada homem dispõe de uma consciência? Penso que devemos ser primeiro homens, e só depois súditos. […] A lei nunca tornou os homens sequer um pouquinho mais justos; e, por força de seu respeito por ela, até mesmo os mais bem-intencionados são convertidos diariamente em agentes da injustiça.”

O que seria então uma lei injusta? Frédéric Bastiat no livro A lei responde: “Vida, faculdades, produção — e, em outros termos, individualidade, liberdade, propriedade — eis o homem. E, apesar da sagacidade dos líderes políticos, estes três dons de Deus precedem toda e qualquer legislação humana, e são superiores a ela. A vida, a liberdade e a propriedade não existem pelo simples fato de os homens terem feito leis. Ao contrário, foi pelo fato de a vida, a liberdade e a propriedade existirem antes que os homens foram levados a fazer as leis […] a lei é a organização do direito natural de legítima defesa. É a substituição da força coletiva pelas forças individuais. E esta força coletiva deve somente fazer o que as forças individuais têm o direito natural e legal de fazerem: garantir as pessoas, as liberdades, as propriedades; manter o direito de cada um; e fazer reinar entre todos a justiça.”

Portanto, qualquer lei que surge para oprimir a liberdade é uma lei tirânica, e se submeter à tirania é o pior dos crimes. Não basta ser virtuoso e bom, é necessário ter coragem, força e ousadia para repudiar a injustiça.”

https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/democracia-em-chamas-a-esquerda-e-sua-implacavel-tirania/

Banco da Amazônia e Maranhão: Parceria que não pode ser mutilada

Artigo escrito por:
Marcelo Vinicius Lemos – Eng. Agrônomo, Analista de Projetos Agropecuários, concursado do BASA e
José Lemos – Eng. Agrônomo, Professor Titular na Universidade Federal do Ceará

O Banco da Amazônia (BASA), Bancos do Brasil (BB), do Nordeste do Brasil (BNB) e Caixa Econômica Federal (CEF) se constituem nos Agentes financeiros estatais que estão situados nos 217 municípios maranhenses e desempenham papel de relevância para o progresso material e o desenvolvimento das suas populações.

As iniciativas dos empreendedores econômicos têm alguns componentes que são determinantes para que possam ter chances de avançarem. São elas: iniciativa; capacidade de buscar alternativas que sejam viáveis e que possam ser demandadas por futuros consumidores; vocação para tomar algum risco e, evidentemente, disponibilidade de alguma dotação financeira para viabilizar a atividade.

As áreas de carência são assim definidas porque possuem uma série de dificuldades. Uma delas é a de gerar ocupação continuada para parte da sua população, sobretudo aquela que dispõe de qualificação menos elaborada. Nesses casos o fomento de atividades econômicas minimamente viáveis é o caminho. Não há alternativas, tendo em vista que o setor público que, normalmente é guarida para um contingente razoável dessa população nos municípios brasileiros, tem capacidade limitada de alocação. Até porque, como sabemos o setor público não gera riqueza. Usa os impostos diretos e indiretos pagos pelas populações economicamente ativas para financiarem as suas despesas. Assim, para a máquina pública funcionar precisa captar impostos. Para que os impostos sejam coletados há a necessidade de que agentes físicos e/ou jurídicos produzam bens e serviços. Assim funciona uma economia saudável.

Também por isso é requerida a assistência financeira. Os Bancos Estatais tem um comportamento diferenciado dos Privados. A assistência financeira provida por bancos estatais é importante e diferenciada daquelas providas pelo setor privado em decorrência de ao menos quatro aspectos. 1 – atuação por setor da economia assegurando recursos para manter viáveis os segmentos industrial, rural e imobiliário;  2

– fomentando o desenvolvimento regional; 3 – Atuando de forma anticíclica às atividades econômicas mediante a oferta de crédito para os agentes econômicos saírem de dificuldades; 4 – este aspecto talvez seja o de maior relevância em áreas de pobreza: a “bancarização” (inserção no sistema financeiro) de segmentos normalmente excluídos.

Objetivando fomentar o desenvolvimento regional da Amazônia, ancorado nesses preceitos, em 1942 foi criado o Banco de Crédito da Borracha, mais tarde transformado em Banco da Amazônia que, atualmente, possui doze (12) agências em municípios do Maranhão. Mas já foram quatorze (14) as agências do BASA no Estado.

Neste momento, duas dessas agências correm o risco de serem desativadas pela direção geral do Banco que tem sede em Belém do Pará. As agências que correm esse perigo são as de Pinheiro e Santa Inês.

A agência de Pinheiro atende em trinta e oito (38) municípios maranhenses situados nas microrregiões da Baixada e Alto Turi, duas das mais carentes do Estado do Maranhão. O BASA de Santa Inês atende em vinte (20) municípios na microrregião de Pindaré, igualmente carente.

Essas funções vêm sendo cumpridas a contento pelo BASA mediante diferentes linhas de crédito. Uma delas é o PRONAF que atende agricultores familiares que demandam recursos para a manutenção de uma agricultura produtora de segurança alimentar, fomentadora de renda monetária e geradora de ocupação em todo o ano.

As agências do BASA em Pinheiro e Santa Inês também são responsáveis por pagamentos de aposentarias, pensões e outras modalidades de benefícios continuados que são demandados pelas populações mais carentes, sobretudo de idosos. Sem as agências aqueles que recebem pelo BASA terão que se deslocar para outros municípios para receberem os benefícios, com todas as implicações decorrentes.

A interdição dessas duas agências, portanto, significará que em 27% dos municípios maranhenses, que estão situados em duas das regiões mais carentes do Estado, os idosos aposentados, as viúvas pensionistas, os agricultores em geral, sobretudo os familiares de pequeno porte, os empreendedores de negócios de diferentes magnitudes e diversidades, os comerciantes, além de outros agentes, potenciais fomentadores de atividades econômicas, sejam tolhidos de uma da possibilidade do recebimento de benefícios, caso dos idosos e pensionistas, e da captação de recursos para fomentarem os seus negócios, no caso dos empreendedores. Isso terá implicações econômicas, sociais e humanitárias inestimáveis para um contingente populacional de mais de um milhão de brasileiros que vivem nessa parte do Brasil.

Por essas razões o bom senso, e o espírito público, sugerem que a ideia de encerrar as agências do BASA em Pinheiro e Santa Inês seja abortada de uma vez, para que os nossos conterrâneos possam continuar vivendo com um mínimo de dignidade.

Odeio a Cloriquina

Autor: João Melo e Sousa Bentivi *

Nunca pensei que iria odiar tanto uma droga, como estou odiando essa tal de cloroquina. Ela caminha para um século ajudando a humanidade e sempre se soube dos seus efeitos colaterais, mas ninguém, nenhum médico, nenhum sociólogo ou ideólogo tinha raiva dela e ela caminhava, como tantas outras, sem problemas, até que um dia, um boca rota, chamado Bolsonaro, lhe fez uma declaração de amor.

Foi o fim. Sem nunca ter militado no centro, na direita ou esquerda, a coitada da cloroquina transformou-se em um direitista, fascista e em pouco tempo será racista e homofóbica. A cloroquina, agora perseguida, caminhou e derrubou dois ministros. Teve um alento, quando o CFM deu uma bordoada em todos os seus algozes, ao dizer que, se o médico prescrever e o paciente aceitar, pode ser ministrado a cloroquina. Tem alguma novidade nisso?

Não se sabe o porquê, em todos os estados que politicamente se proscreveu a cloroquina os óbitos crescem, nos que aceitaram-na, os óbitos descem, mas isso não interessa ser analisado, pois dá argumentação favorável ao Bolsonaro.

Vou falar, agora, para os meus amigos que odeiam a cloroquina e creio que vocês não são cretinos, hipócritas e com comportamento FDP (como um tal UIP). Tenho certeza de que todos os amigos, principalmente os médicos e professores universitários, que tanto detratam a cloroquina, caso se acometam com o tal corona, deverão ter a honestidade ideológica de recusar essa cloroquina.

Vou escrever em maiúscula: QUEM ESCULHAMBA BOLSONARO E A CLOROQUINA, TEM O DEVER MORAL DE RECUSAR A CLOROQUINA!!!
Na minha página do face tenho pegado muita bordoada da esquerda e quero continuar apanhando, mas, nessa matéria, vou fazer um teste com os meus amigos contrários a cloroquina. Imploro que se manifestem nesse questionamento:
CASO VOCÊ ESTEJA CONTAMINADO COM O COVID:
A) NÃO ACEITO A CLOROQUINA EM NENHUMA HIPÓTESE;
B) NEM MESMO SE ESTIVER EM UTI;
C) ACEITO SOMENTE QUANDO EU ESTIVER ENTUBADO NA UTI.

Como tenho lido e ouvido calorosas manifestações contrárias a cloroquina, dos amigos de esquerda e, como oro todo dia para me livrar do corona, caso alguém contrário a cloroquina esteja acometido, me ligue, pois eu e minha equipe estaremos vigilantes, para que nenhum médico direitista, bolsonarista, ou nenhum “ista” prescreva essa droga, a cloroquina, pra você.

Creio que tudo será um sucesso e a cada pessoa que recusar a cloroquina, explicitamente, com clareza, ganhara o meu apoio e de minha equipe para não ser agredido com essa droga, por outro lado, demonstrará duas coisas: a cloroquina não serve e que é uma pessoa honrada, séria, diferente da postura safada, de um tal UIP. Na vida ou na morte, sem a cloroquina.
Tenho dito.

(*) Médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.
(**) Pode ser reproduzido, sem a anuência do autor, em qualquer plataforma de comunicação.

O Corona comprovou a minha imbecilidade

Autor João Melo e Sousa Bentivi*
A minha santa mãe, dona Zima, errou feio comigo: desde que me entendi ela dizia que o João era muito sabido. O João era eu e sabido, no interior analfa, era o mesmo que inteligente.

O tempo passa e fui fazendo um monte de presepada, coleção de diplomas e até um doutorado. Agora, com mamãe no céu, tinha a tola ideia de que era um homem das letras e das ciências. Tudo falso e foi necessário um corona, insignificante, produzido na democracia chinesa, para me dar um choque de realidade: sou um beócio.

Tudo se dá em nome da ciência, todos falam em nome da ciência e se alguém falar em contrário, imediatamente será um inimigo da ciência, o problema é que atrás desse nome ciência, tem todo tipo de interesses, alguns meritórios e uma infinidade não tanto, melhor, escabrosos.

O tolinho, aqui, não entende de ciência!
Isolamento vertical ou horizontal? Tem opiniões para os dois lados, mas, de repente, quem defende o vertical virou um fora da lei e defensor da morte. Hidroxicloroquina ou não? Essa droga, após anos curando, principalmente pobres, tornou-se uma droga ideológica, de direita, ao ponto de um médico famoso, tentar escondê-la, mesmo ela tendo lhe salvado a vida. Ingrato, sacana! Ademais é muito barata e os ladrões de plantão não suportam coisa barata.

O tolinho, aqui, não entende nada de terapêutica!
Fique em casa! Tenho já ódio desse bordão e é insuportável as milhares de lives mostrando como os ricos e famosos ficam em casa. Tem apartamento que dá para treinar corrida de 200 metros. Uma verdadeira sacanagem e discriminação para aqueles pobres, em um cubículo de 15 m2, abrigando 20 pessoas, com as tripas roncando, como se dizia em minha Pedreiras. Fome! Graças a Deus que a ajuda federal minimiza o caos.

O burrinho, aqui, também não entende de quarentena, mas sabe muito bem diagnosticar sacanagem e safadeza política.

A maior parte de governos estaduais e municipais nunca deram interesse e seriedade para a saúde pública, aí o corona chegou e a culpa ficou com o corona e como o corona não disputa eleição, escolheram o governo federal como o autor de todas as traquinagens.

Faça uma radiografia para descobrir quantos serviços foram fechados e sucateados nos últimos quatro anos: centenas. Quantos foram abertos? Quase nenhum. O Amazonas é um exemplo. Um estado continental e só tinha UTIs na capital. Quem é o culpado? Governo Federal? Corona? O sacana do prefeito até chorou, mas pela irresponsabilidade deveria chorar na cadeia, apenado por homicídio doloso.

Como disse, no início, o corona fez-me assenhorar de minha burrice e não consigo mais entender nada sobre o corona, mas reconheço facilmente um malandro da política.

E toda vez que vejo aquele time paulista no “corona`s show”, afirmando uma cantilena do tal 70%, número mágico que resolveria a pandemia paulista, pergunto-me, com meus botões: e se fosse 69%? E um dos culpados de não ser os 70% é aquele time de São Paulo, todo dia desobedece a quarentena, o governador é idoso e o esquálido prefeito é, também, do grupo de risco, ou seja, esses dois sujeitos estão diariamente desobedecendo a quarentena, portanto não podem exigir, do homem comum uma obediência em algo, que eles não obedecem.

Dentro da minha imbecilidade, quero propor para às nossas autoridades maranhenses um teste de lockdown, pois quem decreta conhece: três dias de lockdown para as nossas autoridades, mas seguindo algumas condições, aliás, uma inocente ideia:
Os deputados maranhenses se confinariam em uma casa no Barreto, os vereadores, no Coroadinho, o promotor e o magistrado, gênese do lockdown, nas imediações de Pedrinhas e o governador, prefeito e secretários, no Fumacê. Como dinheiro não lhes falta, delivery não seria problema.
Dou um doce se o lockdown demorasse 24 horas.
Tenho dito.

*João Melo e Sousa Bentivi é médico otorrinolaringologista, legista, jornalista, advogado, professor universitário, músico, poeta, escritor e doutor em Administração, pela Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal.

Os idosos e a pandemia

Autor: João Paulo Nogueira Ribeiro*

As medidas preventivas para diminuir a transmissão do coronavírus certamente teriam engajamento muito maior da sociedade se a Covid-19 fosse mais letal em crianças e adultos jovens. Acontece que a nova doença provoca morte e sequelas graves sim, principalmente em idosos, pacientes crônicos e pessoas com imunidade comprometida de forma geral. A marginalização desses grupos e o cruel preconceito de que as pessoas mais velhas são reais e podem enviesar as atitudes ou omissões individuais.

É fundamental exercitarmos, neste momento de crise, a consciência do outro. Em cenário de tanta polarização e extremismo, a pandemia nos desafia a pensar e agir de forma coletiva, ainda que afastados fisicamente. Os estudos publicados em revistas científicas a partir dos casos da China e da Europa mostram que a mortalidade da Covid-19 é muito maior nos pacientes idosos, em torno de 14%. Por si só, o idoso tem diminuição de reserva funcional e consequente queda da imunidade, que é essencial para combater esse e todos os outros vírus. Soma-se a isso o fato de que, pelo desgaste dos longos anos de vida, o idoso é o paciente que mais sofre de doenças crônicas.

Diabetes, disfunção renal, doenças pulmonares e cardiopatias estão entre as mais perigosas para o desenvolvimento de casos graves de Covid-19. Todas as fragilidades, porém, merecem a atenção adequada e o quadro de cada um deve ser considerado, sempre, em sua integralidade.
Idosos não devem ir a prontos-socorros a menos que estejam realmente em situação de emergência. A zona cinzenta sobre a regulamentação da telemedicina em nosso país precisa ser rompida para que instituições privadas e públicas consigam fazer a triagem a distância e orientar as famílias dos grupos de risco caso a caso. Evitar deslocamentos desnecessários ao comércio e a atividades sociais é medida para ontem, assim como o contato com qualquer pessoa que não more na mesma casa.
As crianças são vetores de alto potencial para a transmissão do vírus, pois não têm a maturidade suficiente para reforçar os hábitos de higiene e estão muito habituadas a dinâmicas naturais para elas de compartilhar objetos e alimentos. Com o fechamento das escolas, os responsáveis não podem negligenciar essa realidade e deixá-las sob os cuidados de idosos ou em contato frequente com eles.
Os avós desempenham papel fundamental na rede de apoio a quem tem filhos pequenos, mas, neste momento, os idosos é que precisam da ajuda de todos para não serem expostos a uma doença que pode ser letal. A sociedade precisa compreender isso e cada um de nós, em suas esferas de relações profissionais e pessoais, deve se atentar para os desdobramentos que permeiam uma situação tão inusitada quanto dramática. Vamos reprogramar nossas rotinas e cada decisão do nosso dia a dia para nova configuração adequada a quem depende do nosso olhar neste momento.
Em cada lar onde há alguém do grupo de risco, a higiene e a restrição de contatos com pessoas que usam transporte público ou atuam em ambientes hospitalares, além das crianças, precisarão ser rigorosas. Isso vale para as instituições de longa permanência de idosos, que são mais de 1,5 mil somente em São Paulo e muitas das quais contam com pouca estrutura e nem sequer têm acompanhamento médico diário. Os órgãos de saúde responsáveis precisam, de forma muito ágil, orientá-las e regulamentar medidas preventivas emergenciais. A demora que se vê é mais um indício de marginalização das pessoas que vivem ali.
As orientações podem mudar em tempo real. Estar atento a elas, fugindo das crenças fáceis e das fake news, é outra medida preventiva a adotar. Não se acomode esperando que alguém faça algo ou que as próprias pessoas dos grupos de risco, ainda que sejam ativas, possam lidar com tudo isso sozinhas. Quem está lendo este texto agora certamente recebeu o cuidado e o zelo para chegar até aqui. Precisamos retribuir a atenção e carinho aos nossos pais e avós. Legados se constroem com exemplos bons e consistentes. Já pensou quem poderia cuidar de nós se o amanhã fosse hoje?
* DrJoão Paulo Nogueira Ribeiro, Médico Geriatra, fundador do Instituto Horas da Vida.
Fonte: Correio Brasiliense

Sem disparar um tiro, a China acaba de vencer a 3ª Guerra Mundial

Com a crise causada por ela, a China compra bilhões em empresas transnacionais, e pode estar muito perto do controle majoritário dessas empresas, os ocidentais viraram seus escravos, assim como seu povo há milênios, garantido os privilégios de uma elite comunista e voraz.

A China acaba de ganhar a 3ª Guerra mundial com mentiras biológicas, um golpe econômico e mentiroso, destruiu todas as economias produtivas que negociavam com ela sem disparar um tiro.

Repúdio à estratégia moderna, suja e comum dos povos comunistas, usaram o capitalismo contra o próprio capitalismo, plantando vírus e mentiras e disseminando-as pela mídia da mesma laia.

Passaremos meses tentando recuperar o estrago causado por esses monstros e seu coronavírus. Caíram direitinho na armadilha negociando com eles e criando dependências econômicas baseadas nas armadilhas da escala, vamos vender milhões de qualquer coisa para eles e enquanto isso escravizavam seu povo para produzir bens e serviços a preços aviltantes, foram enfraquecendo pacientemente a economia mundial, criando a dependência.

Caso não tomemos atitudes e os isolemos para que vivam do seu jeito e não mais nos afetem com sua podre e escravagista economia onde uma casta se locupleta e um povo morre de fome e doenças, esse será nosso destino. Viva as inteligentes e modernas estratégias comunistas de destruição em massa, elas funcionam e muito bem. Dr. Cesar Bertonha,

Três décadas após o colapso da União Soviética em 1991, a China está agora mais rica e mais estável do que jamais foi seu poderoso antecessor comunista – dando-lhe enorme influência global.

De fato, espera-se que a economia da China supere os EUA pela maioria das medidas econômicas até 2030, de acordo com Herve Lemahieu, diretor do Programa Asiático de Poder e Diplomacia do Instituto Lowy, com sede em Sydney.

Muito desse sucesso se deve a uma reinterpretação da ideologia tradicional. Desde a morte do fundador Mao Zedong, em 1976, o Partido Comunista no poder passou lentamente a adotar aspectos do capitalismo, em uma construção ideológica conhecida localmente como “socialismo com características chinesas”.

Em vez de acabar com o anacronismo de um sistema comunista ultrapassado, a economia planejada da China foi usada para reforçar dramaticamente as empresas estatais, agora algumas das maiores empresas do mundo.

“A União Soviética se concentrou em suas forças armadas e a economia foi quase uma reflexão tardia. A economia soviética se concentrou quase inteiramente em suas forças armadas”, disse Carl Schuster, ex-diretor de operações do Joint Intelligence Center do Comando do Pacífico dos EUA, que trabalhou como Especialista militar soviético para a Marinha dos EUA durante a Guerra Fria.

A China tentou evitar cair em uma armadilha de crescimento militar rápido e insustentável. Embora ainda tenha crescido e modernizado constantemente suas forças armadas, o país conseguiu manter seus gastos muito abaixo dos níveis exorbitantes da União Soviética, pelo menos publicamente.

Em 1989, pouco antes do colapso do governo, revelou-se que a União Soviética estava gastando cerca de 8,4% de seu PIB nacional nas forças armadas, ou mais de 15% de seu orçamento nacional. Em comparação, apesar dos saltos regulares no orçamento de defesa nacional da China, ele ainda representa apenas 1,9% do PIB total do país.

Como resultado, a China é muito mais economicamente poderosa em 2019 do que a União Soviética. “Durante a Guerra Fria na década de 1980, a União Soviética tinha uma economia menor que o Japão”, disse Lemahieu.

Fonte:https://edition.cnn.com/2020/01/02/asia/us-china-cold-war-intl-hnk/index.html

Entre os brasileiros, os jovens são os mais generosos

O Programa Nacional de Incentivo ao Voluntariado no Brasil, instituído pelo Decreto nº 9.906, de 9 de julho de 2019, divulgou em seu site os dados do voluntariado no Brasil, em que informa que num universo de 146 países, o Brasil ficou em 122.º, a pior colocação entre os países da América do Sul.

O relatório da Charities Aid Foundatio (CAF), em parceria com o Instituto para o Desenvolvimento Social (IDIS) publicaram o relatório sobre doações e voluntariado no Brasil.  O Relatório Brasil Giving 2019 traz um panorama do comportamento e do pensamento dos brasileiros em relação a doação, voluntariado e engajamento cívico.

Entretanto, o relatório traz notícias positivas em relação ao futuro do Brasil. Segundo o estudo, os brasileiros mais jovens também são os mais generosos e os mais inclinados a participar de atividades cívicas e demonstraram ser mais dispostos a aderir a um grupo de pressão ou movimento social.

Esta é a segunda edição do relatório e foi baseado em entrevistas com mais de mil pessoas no mês de agosto de 2018 e que leva em consideração as ações realizadas nos doze meses que antecederam a entrevista.

Além disso, boa parte dos entrevistados acreditam que as organizações da sociedade civil possuem um impacto positivo nas comunidades locais no Brasil e internacionalmente. Eles também afirmam que “ter dinheiro” é o principal fator para determinar um crescimento na doação de tempo, bens ou dinheiro em 2019 (57%).

Entretanto, segundo o relatório, os números variaram muito pouco entre 2017 e 2018, o que apesar de parecer positivo, não pode ser visto como uma boa notícia uma vez que retrata uma estagnação ao invés de um crescimento na generosidade do brasileiro. Isto se torna mais claro quando comparamos o Brasil a outros países. Ano passado a CAF publicou o ranking dos países mais solidários, o World Giving Index 2018. Para ler o relatório completo, acesse o link.

Fonte: https://patriavoluntaria.org

Imagem de destaque: III Ação de Graças na Jurema. 27/07/2019, no Sítio Jurema, Povoado Cametá, Peri-Mirim, Maranhão, Brasil.