ACADEMIA PERIMIRIENSE INOVA EM EXPEDIÇÃO QUE PROMOVE A EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Por meio do Projeto ALCAP Itinerante, a Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense (ALCAP), em parceria com a escola estadual Centro de Ensino Artur Teixeira de Carvalho (CEMA), realizarão no próximo dia 30/06/2023 uma expedição ao Povoado Buritirana que fica a aproximadamente 9 km do centro de Peri-Mirim.

A expedição será em formato de trilha ecológica e atenderá a aproximadamente 160 alunos do 3º ano dos turnos matutino e vespertino da referida escola.


O espaço agroecológico Buritirana fica no povoado Buritirana, pertencente ao município de Peri-Mirim. Na localidade funciona uma instituição de ensino que atende diversos alunos da Baixada Maranhense, com os cursos de Pedagogia e Agente Comunitário de Saúde.

– A expedição ao povoado Buritirana ocorrerá em dois grupos: 1º (alunos do matutino) saída da escola às 07:30h e retorno às 10:30h;  2º (alunos do vespertino) saída da escola às 13:30h e retorno às 16:30h;
– A gestão da escola ficou responsável em repassar aos alunos e professores informações sobre a expedição, conseguir o transporte para locomoção, a autorização dos pais ou responsáveis dos alunos e o lanche para os alunos;
– Os alunos farão um relatório da trilha para entregar à escola como quesito de avaliação.

Logo, o percurso nas trilhas ecológicas, além da oportunidade de apreciar as belezas da fauna e flora do local, é uma estratégia de aprendizagem, que vem ao encontro às atuais necessidades educativas para construção de mudança de pensamento e de atitude, a partir dos preceitos propostos na Educação Ambiental, visando o desenvolvimento sustentável.

Dessa forma, o projeto ALCAP ITINERANTE visa contribuir com o ensino almejado em que se pretende, não só repassar informações dos acontecimentos que ocorrem no cotidiano e no mundo, mas, também, formar o participante, levando-o à prática do descobrir, refletir e discutir as ações e pensamentos resultantes da interação do homem com a natureza.

Poema de uma professora normalista publicado em 1925

Por Nila de Mendonça Ramos

SAUDAÇÃO

Aceita saudações, boa amiguinha

Pelo diploma que recebeste,

És bem uma criança, uma avezinha

Que de plumagem rica ora se veste!

Dos estudos, os louros que colheste,

Enfeitando-te a fronte inocentinha,

Dão-te o aspecto de visão celeste

E valem mais que a coroa de Rainha.

Prossegue na cultura do talento

De estudos mil povoa o pensamento,

Avante, Nila, assim não esmoreça!

Não desanime, pois, um só segundo,

Que todo esse ouro que contém o mundo,

Em face do saber desaparece …

Escrito pela normalista Nila de Mendonça Ramos, publicado no Jornal Folha do Povo, em 21 de novembro de 1925.

DESAFIO: Por onde andam os parentes de Nila de Mendonça Ramos?

 

Tratamento multidisciplinar de autismo deve ser coberto de maneira ampla por plano de saúde

​A Terceira Tuma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou provimento a recurso especial da Amil Assistência Médica Internacional que questionava a cobertura do tratamento multidisciplinar – inclusive com musicoterapia – para pessoa com transtorno do espectro autista (TEA) e a possibilidade de reembolso integral das despesas feitas pelo beneficiário do plano de saúde fora da rede credenciada.

A relatora, ministra Nancy Andrighi, comentou que, embora a Segunda Seção do STJ tenha considerado taxativo o rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o colegiado, no mesmo julgamento do ano passado (EREsp 1.889.704), manteve decisão da Terceira Turma que concluiu ser abusiva a recusa de cobertura de terapias especializadas prescritas para tratamento de TEA.

A ministra destacou que, após várias manifestações da ANS reconhecendo a importância das terapias multidisciplinares para os portadores de transtornos globais de desenvolvimento, a agência reguladora publicou a Resolução Normativa (RN) 539/2022, que ampliou as regras de cobertura assistencial para TEA. A agência também noticiou a obrigatoriedade da cobertura de quaisquer métodos ou técnicas indicados pelo médico para transtornos globais de desenvolvimento.

TJSP reincluiu musicoterapia no tratamento multidisciplinar

No caso julgado agora, o beneficiário, menor de idade, ajuizou ação contra a Amil pretendendo a cobertura do tratamento multidisciplinar prescrito, sem limite de sessões, bem como o reembolso integral das despesas.

O juízo de primeira instância atendeu o pedido quanto ao tratamento sem limite de sessões, mas excluiu a musicoterapia, que foi reincluída pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) no julgamento da apelação.

No recurso ao STJ, a Amil alegou que os tratamentos não tinham cobertura contratual nem constavam da RN 465/2021 da ANS, e contestou a obrigação de reembolsar integralmente as despesas em clínicas não credenciadas.

ANS afastou exigência para várias coberturas

Em relação à musicoterapia, a relatora apontou que ela foi incluída no Sistema Único de Saúde por meio da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, e a ocupação de musicoterapeuta foi reconhecida pelo Ministério do Trabalho, passando a integrar o tratamento multidisciplinar de TEA a ser coberto obrigatoriamente pelos planos de saúde, quando prescrita pelo médico.

Nancy Andrighi apontou ainda que, ao editar a RN 541/2022, a ANS alterou a RN 465/2021 (mencionada pela Amil em seu recurso) para revogar as condições exigidas para a cobertura obrigatória de psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas.

Diante do entendimento jurisprudencial do STJ e das diretrizes adotadas pela ANS, a ministra endossou a decisão do TJSP de impor ao plano a obrigação de custear o tratamento multidisciplinar, incluída a musicoterapia.

Reembolso integral só com violação de contrato, ordem judicial ou norma da ANS

A ministra ressaltou que a recusa da Amil se baseou no fato de as terapias prescritas não constarem no rol da ANS, não havendo, à época, determinação expressa que obrigasse as operadoras de saúde a custeá-las.

Na avaliação da relatora, não caracteriza inexecução do contrato – a qual justificaria o reembolso integral – a recusa de cobertura amparada em cláusula contratual que tem por base as normas da ANS. Como os fatos foram anteriores à RN 539/2022, a ministra decidiu que a Amil só terá de reembolsar integralmente as despesas se tiver descumprido a liminar concedida no processo. Caso contrário, o reembolso será nos limites da tabela da operadora.

“A inobservância de prestação assumida no contrato, o descumprimento de ordem judicial que determina a cobertura ou a violação de atos normativos da ANS pela operadora podem gerar o dever de indenizar, mediante o reembolso integral, ante a caracterização da negativa indevida de cobertura”, concluiu.

Leia o acórdão no REsp 2.043.003.

Autismo e a deficiência de vitamina d3 e k2

A hipovitaminose D é bastante comum atualmente. Um estudo holandês de 2015, compreendendo 6.100 jovens e crianças, identificou que apenas 33% tinham 25- (OH)-Vitamina D3 em 20 ng/mL (a Sociedade de Endocrinologia recomenda 40–60 ng/mL) . Isso sugere que a deficiência de vitamina D pode ser um fator contribuinte para o autismo.

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O desenvolvedor do estudo é Wander Marques Silva

Sou de Pouso Alegre, formado na universidade de Alfenas. (Unifenas). Trabalho na região de Pouso Alegre.

Estudo associação da vitamina d3 com a vitamina k2 mk7. No carreamento do cálcio para os ossos e dentes. No autismo acontece que os pacientes encontram-se com níveis muito baixos de Vitamina D3, por isso que cada dia aumenta o número de crianças com autismo. Por isso a minha luta para diminuir esse mal e maltrata muitas pessoas.

PINHEIRO: TUDO COMO DANTES, NO QUARTEL EM ABRANTES!

Por Zé Carlos Gonçalves

CENAS DO COTIDIANO XIV

… as notícias, que chegam da minha PRINCESA, são nada alentadoras. “Tudo como dantes, no quartel em Abrantes!” Até mudo o dito, para melhor dizer o que digo. Mesmo assim, ficou péssimo! Quem não entendeu “nadica”, não se desespere; eu, também, não!? O certo é que minha cidade, “teimosa, que só”, pena, sem norte. E a velha PRAÇA, que muito nos viu, nos ouviu e nos acalentou, “jaz, agoniada”. E nem o São João é capaz de salvá-la. “É milagro pra mas di métu!”

… e, falando em São João, preciso lhe fazer outros fuxicos. “A minha línga tá coçano!”

… A ILHA “freve no rítimo do Sãojoãonejo”. O que é uma lástima! Fakearam o São João. Mais uma vez, de novo, como bem dizia um amigo de infância, em sua pura sabedoria. E, não podia ser diferente. Afinal, em seu pleno festejo, São Pedro é que patrocina o feriado. É muita “doidiça”!Desprestigiaram o santo boiadeiro!

… agora “a porca truceu a rabiola”. Não vai ter mais graça campanha política. Xingar políticos será crime hediondo. “Quero vê cumo vai sê us debate”. Rum, rum! “Um olhano pra cara duoutô. Seim dizê, siqué, uma palavra”. E, como diz meu amigo Pato, “urubu levou a chave”. Aí, não há mais meme, nem piada, nem lavada de alma! Que chato, né!?

… e, “num é qui” as CPIs, cada vez mais, estão se enrolando. Dão volta, dão volta … e se voltam para o flash. Ponto único e único. E só!

… e “o babado da hora” é que o “Lua” vem papar “o nosso pobre milhãozinho”; e os nossos artistas “não têim neum ais rapa du tacho”. Mas, o pior são as vulneráveis crianças, que, literalmente, estão sem “papa”. É muita falta …! Tenho até VERGONHA de completar! E será que as autoridades fiscalizadoras dos recursos públicos não ouviram falar?! Só a ralé sabe disso?!

… e a ILHA e a PRINCESA continuam com seus mistérios. Haja cabeças de boi enterradas. Lá, as curacangas não param de trabalhar. Enterraram meia dúzia na Melancieira, meia dúzia na Vitória, meia dúzia no Carro Quebrado e meia dúzia na Enseada. Nem P_ l _ _o dá jeito! Já aqui, as cabeças foram “enfincadas” nos quatro cantos. “Aí, só chamano Donana pra botá órdi na zorra!”

… e, enquanto a lei não entra em vigor, ainda posso perguntar. A ILHA e a PRINCESA já têm _ _ _
f e i t o?!

ROSA DOÇURA (…a filha da Chapada)

Por Zé Carlos Gonçalves

No seio da mãe Chapada, viveu “a mulher coragem”, a desafiar os horrores da penúria.

A madrugada se tornava o alerta de que a vida se mostrava feroz. Ia à busca de água no poço de pedra, que se instalou no baixão da enseada de Zequinha Roxo. Logo ali. Duas horas e meia de caminhada. Ida e volta. A lata na cabeça, entronada numa rodilha, e um balde na mão. O filho mais novo, escanchado na cintura, buscava, na fome desesperada, o peito seco e murcho, que nada mais lhe dava.

Enchido o surrado pote, que dormia na sonolenta estaca, muito pouco, para os afazeres domésticos e para o asseio “da renca de filhos”, restava. Mas, com esse pouco, “ia se virar” por todo o dia.

Os pequenos acordavam, só quando “o sol, vivinho da silva”, ia invadindo as frestas entre as poucas e esfarrapadas palhas, em feixes de luz finíssimos, a “alumiar” a lida da “mulher fortaleza”.

“Arguns piqueno caío im un berrero terríve”. Tão impacientes ficavam com a demora do bendito angu de farinha. Só água e sal. Os maiorzinhos socorriam os menorzinhos, que se mantinham mudos, a fitar o nada, e nenhuma reação esboçavam. Depois, ao ir ao chão, eram esquecidos por um bom tempo.

O certo é que Rosa não se permitia descansar. E, logo, saía para brigar com o mato, em que iria ser a pequena roça. Sem ajuda, não lhe era permitido um espaço maior. A lenha era recolhida e carreada para uma cobertura já comida pelo tempo. Alguns dias depois, fazia a queima, à espera do tempo certo, para fazer o plantio, que ia garantir o sustento, ainda que parco, do casebrinho entulhado de bocas.

Apegava-se à esperança de boa safra, mas sempre desconfiada da bondade dos santos. Da chuva e da fartura.

Essa era a lida de Rosa Doçura. O nome mais apropriado para a morena guerreira, que enfeitava as belezas da Chapada. ROSA. A atrair “zangõeis, qui, au prová ela, améim! S’incantavo, pra sempre”. Alguns ficavam com a cabeça virada. Outros morriam e matavam por ciúmes. E muitos outros morriam de verdade! Era a DOÇURA, a espalhar “as suas doçuras”. No gestos e nas gargalhadas, que ecoavam pelas campinas e pelas capoeiras. E na barriga, “d’onde ia brotano mínino, cum’a froresta a s’ispalhar pur u imundo terrero”. Que “docinhos” de todas as cores e feições! Era já “uma escadinha”, quase sem fim. Galego, mulato, azeitão, moreno, preto, enchambuado, gazo (…)

Ali, a miscigenação se fazia de fato e de direito, na vida da autêntica e doce “filha da Chapada”.

JUCA MARTINS, UM LÍDER INESQUECÍVEL

Por João Martins*

Dia 11 de junho será, para sempre, o dia de Juca Martins, um nome que está marcado na história de Bequimão. Ele foi um verdadeiro expoente da política local, responsável por inúmeras obras e benfeitorias que contribuíram para o desenvolvimento do município.

Juca Martins se destacou por suas realizações e também por sua proximidade com as pessoas. Sua casa sempre estava de portas abertas para receber o povo, que encontrava nele um líder e um amigo. Ele ouvia as necessidades da comunidade e estava sempre disposto a ajudar.

Seus ensinamentos deixaram marcas profundas nos corações daqueles que o conheceram. Nos momentos em que preciso de orientação, chego a sonhar com ele, pois suas palavras e exemplo continuam vivos em minha memória. A emoção ainda toma conta de mim quando recordo tudo o que ele representa para mim e para a vida de muita gente de Bequimão.

A trajetória de Juca Martins se entrelaça com a história do município, ao longo do último século. Seu nome está intimamente ligado às conquistas e transformações, para melhor, do nosso povo.

Hoje é um dia de saudade, mas também uma oportunidade de honrar seu nome e seu legado. Que possamos manter viva a memória desse grande líder. Que Juca Martins seja sempre lembrado como um exemplo de dedicação, compromisso e amor.


* João Batista Martins é prefeito de Bequimão, formado em Medicina Veterinária pela Universidade Estadual  do Maranhão, foi Superintendente da Codevasf e do Sebrae, Presidente do Fórum em Defesa da Baixada Maranhense no biênio  2019/2021.

Criação de abelhas-sem-ferrão

A Embrapa divulgou uma Cartilha sobre a Criação de Abelhas sem Ferrão. A meliponicultura, criação racional das abelhas-sem-ferrão, vem demonstrado ser uma excelente alternativa de geração de renda para populações tradicionais. O folheto está dividido nos tópicos: Introdução; Ninho; Escolha da espécie; Produção de ninho-isca; Localização do meliponário; Caixa racional; Instalação das colmeias; Revisão das colônias; Fortalecimento das colônias; Alimentação; Divisão de colônias; Inimigos naturais; Produção de mel; Bibliografia consultada.

Leia o Livro no link abaixo:

CriacaoAbelhaSemFerrao

No Maranhão, o Projeto Abelhas Nativas desenvolveu um método de Tecnologia Social identificado como Meliponicultura Comunitária, que implica no manejo racional coletivo das abelhas nativas. O Projeto foi implantado em 19 comunidades rurais de baixa renda do nordeste do Maranhão.

XI Encontro sobre abelhas nativas no Maranhão

Fontes: https://acervodigital.ufpr.br/; https://www.even3.com.br/ e https://www.embrapa.br/

PERI-MIRIM: Escola faz exposição de fotografia no Dia do Meio Ambiente

No dia de hoje, 05 de junho, em comemoração ao dia do Meio Ambiente, a Escola São João Batista, localizada no Bairro Portinho em Peri-Mirim, realizou o concurso fotográfico “O Meio Ambiente Através das Lentes”, com os alunos do 5° ano.

O professor Eloilson Amorim, idealizador do projeto de ciências O Meio Somos Nós, recebeu 16 fotografias de paisagens naturais do nosso município. Todas as fotos foram expostas na Escola para visitação dos estudantes, onde os mesmos votaram com o selo de visitação na fotografia que mais lhe chamou atenção.

Ao final da exposição os alunos concorrentes do concurso visitaram a galeria de fotos e descobriram a quantidade de selos que suas fotografias receberam.
Tivemos 3 alunos premiados com as imagens abaixo:

Terceiro lugar : Victor Leonardo Barros Pereira. Tema: Campos Naturais.
Segundo lugar : Rafaela dos Santos Melo . Tema: O capinzal do meu avô.
Segundo lugar : Rafaela dos Santos Melo . Tema: O capinzal do meu avô.
Primeiro lugar : Narielly Caxias França. Tema: Pôr do sol.

PERI-MIRIM: Alunos do Jardim Pequeno Príncipe visitam o Sítio Boa Vista e conhecem o Baobá

Hoje (05/06/2023), no Dia Mundial do Meio Ambiente e Dia da Ecologia, professores e alunos do Jardim Pequeno Príncipe visitaram o Sítio Boa Vista, no Povoado São Lourenço, em Peri-Mirim. O Sítio Boa Vista está instalado em uma grande área de preservação ambiental, pertencente a Ana Cléres e Antônio Sodré. Ana Cléres é gestora do Projeto Plantio Solidário da Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense (ALCAP).

As crianças tiveram a oportunidade de conhecer espécies vegetais raras como: Jaboticaba, Pitanga, Mucá, Café, Andiroba, e até o famoso e raro Baobá, que consta no livro O Pequeno Príncipe, que  inspirou o nome da escola. Os meninos comeram frutas, especialmente amoras.

Visitaram a horta de viveiro com as mudas de várias plantas. Ficaram curiosos com os galinheiros com ovos, muitas galinhas e chocadeira, alguns com os pintainhos já saindo da casca. Outra atração foi a criação de abelhas. Viram o entra-e-sai das abelhas aos enxames.

Brincaram no balanço. Foi um dia especial. Uma criança falou: “o melhor dia da minha vida”. De maneira organizada, fizeram o lanche na varanda da casa. Ana Cléres, emocionada, na saída disse: “meus meninos foram embora” e aguarda ansiosamente que a visita se repetia em breve.