“Aplaudaço”: cidadãos prestam homenagem a profissionais de saúde

Em meio à pandemia do novo coronavírus, cidades se mobilizaram na internet para homenagear os profissionais da saúde com um “aplaudaço”.

Nas redes sociais, circulam registros de várias regiões de São Paulo, do Rio de Janeiro e de outras capitais, inclusive São Luís. “Enquanto estamos protegidos em casa, os profissionais da saúde estão enfrentando essa crise. Vamos mostrar nossa gratidão a todas essas pessoas com uma salva de palmas das nossas janelas no dia 20”, diz um convite que circulou nas redes sociais.

Governo declara estado de transmissão comunitária do coronavírus

O Ministério da Saúde declarou estado de transmissão comunitária do novo coronavírus em todo o Brasil. A ação tem a intenção de unificar ações em todos os Estados e tornar mais restritivas as medidas de contenção da covid-19, como a limitação da circulação de pessoas acima de 60 anos.

A Portaria, publicada em edição extra do Diário Oficial da União, também garante a possibilidade de atestado médico para a família de pessoas com sintomas de gripe, independente da idade.

Segundo o decreto, a medida foi tomada pela “necessidade premente de envidar todos os esforços em reduzir a transmissibilidade e oportunizar manejo adequado dos casos leves na rede de atenção primária à saúde e dos casos graves na rede de urgência/emergência e hospitalar”.

Nesta tarde, a pasta atualizou que o país está com 904 infectados pela Covid-19. O número de mortes subiu de sete para 11.

Os Estados que já registraram a transmissão comunitária, também conhecida como sustentada, são Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo. Este tipo de propagação é caracterizado no momento em que não é mais possível identificar a origem da contaminação de uma pessoa naquela cidade. Ainda assim, o governo decidiu ampliar a medida para todos os entes da federação.

Fonte: Agência Brasil e Correio Brasiliense.

Os idosos e a pandemia

Autor: João Paulo Nogueira Ribeiro*

As medidas preventivas para diminuir a transmissão do coronavírus certamente teriam engajamento muito maior da sociedade se a Covid-19 fosse mais letal em crianças e adultos jovens. Acontece que a nova doença provoca morte e sequelas graves sim, principalmente em idosos, pacientes crônicos e pessoas com imunidade comprometida de forma geral. A marginalização desses grupos e o cruel preconceito de que as pessoas mais velhas são reais e podem enviesar as atitudes ou omissões individuais.

É fundamental exercitarmos, neste momento de crise, a consciência do outro. Em cenário de tanta polarização e extremismo, a pandemia nos desafia a pensar e agir de forma coletiva, ainda que afastados fisicamente. Os estudos publicados em revistas científicas a partir dos casos da China e da Europa mostram que a mortalidade da Covid-19 é muito maior nos pacientes idosos, em torno de 14%. Por si só, o idoso tem diminuição de reserva funcional e consequente queda da imunidade, que é essencial para combater esse e todos os outros vírus. Soma-se a isso o fato de que, pelo desgaste dos longos anos de vida, o idoso é o paciente que mais sofre de doenças crônicas.

Diabetes, disfunção renal, doenças pulmonares e cardiopatias estão entre as mais perigosas para o desenvolvimento de casos graves de Covid-19. Todas as fragilidades, porém, merecem a atenção adequada e o quadro de cada um deve ser considerado, sempre, em sua integralidade.
Idosos não devem ir a prontos-socorros a menos que estejam realmente em situação de emergência. A zona cinzenta sobre a regulamentação da telemedicina em nosso país precisa ser rompida para que instituições privadas e públicas consigam fazer a triagem a distância e orientar as famílias dos grupos de risco caso a caso. Evitar deslocamentos desnecessários ao comércio e a atividades sociais é medida para ontem, assim como o contato com qualquer pessoa que não more na mesma casa.
As crianças são vetores de alto potencial para a transmissão do vírus, pois não têm a maturidade suficiente para reforçar os hábitos de higiene e estão muito habituadas a dinâmicas naturais para elas de compartilhar objetos e alimentos. Com o fechamento das escolas, os responsáveis não podem negligenciar essa realidade e deixá-las sob os cuidados de idosos ou em contato frequente com eles.
Os avós desempenham papel fundamental na rede de apoio a quem tem filhos pequenos, mas, neste momento, os idosos é que precisam da ajuda de todos para não serem expostos a uma doença que pode ser letal. A sociedade precisa compreender isso e cada um de nós, em suas esferas de relações profissionais e pessoais, deve se atentar para os desdobramentos que permeiam uma situação tão inusitada quanto dramática. Vamos reprogramar nossas rotinas e cada decisão do nosso dia a dia para nova configuração adequada a quem depende do nosso olhar neste momento.
Em cada lar onde há alguém do grupo de risco, a higiene e a restrição de contatos com pessoas que usam transporte público ou atuam em ambientes hospitalares, além das crianças, precisarão ser rigorosas. Isso vale para as instituições de longa permanência de idosos, que são mais de 1,5 mil somente em São Paulo e muitas das quais contam com pouca estrutura e nem sequer têm acompanhamento médico diário. Os órgãos de saúde responsáveis precisam, de forma muito ágil, orientá-las e regulamentar medidas preventivas emergenciais. A demora que se vê é mais um indício de marginalização das pessoas que vivem ali.
As orientações podem mudar em tempo real. Estar atento a elas, fugindo das crenças fáceis e das fake news, é outra medida preventiva a adotar. Não se acomode esperando que alguém faça algo ou que as próprias pessoas dos grupos de risco, ainda que sejam ativas, possam lidar com tudo isso sozinhas. Quem está lendo este texto agora certamente recebeu o cuidado e o zelo para chegar até aqui. Precisamos retribuir a atenção e carinho aos nossos pais e avós. Legados se constroem com exemplos bons e consistentes. Já pensou quem poderia cuidar de nós se o amanhã fosse hoje?
* DrJoão Paulo Nogueira Ribeiro, Médico Geriatra, fundador do Instituto Horas da Vida.
Fonte: Correio Brasiliense

Carlos Madeira, juiz federal aposentado, defende suspensão das eleições municipais de 2020 e utilização do fundo partidário para o combate ao coronavírus

José Carlos Madeira defende a suspensão das eleições municipais e a relocação dos recursos do fundo partidário para os órgãos de saúde do País.

O juiz federal aposentado, José Carlos do Vale Madeira, é pré-candidato a prefeito de São Luís pelo partido Solidariedade. Nesta quarta-feira, 18, em suas redes sociais, o pré-candidato defendeu a suspensão das eleições municipais deste ano.

Segundo Carlos Madeira, diante da pandemia do coronavírus é prudente a completa reformulação do calendário eleitoral. “Esse assunto somente poderá ser tratado por norma constitucional, mas uma Emenda à Constituição pode ser encaminha ao Congresso para modificar a Constituição Federal e prorrogar os mandatos dos atuais prefeitos e vereadores por seis meses, ficando designadas novas eleições para o primeiro semestre de 2021”. Acrescentou Madeira.

Em sua postagem, o juiz aposentado Carlos Madeira, também disse ser favorável a realocação dos recursos do fundo partidário para os órgãos de saúde do País. “Nesse momento dramático vivido pelo País, todos os esforços e recursos financeiros devem ser voltados para proteger a saúde das pessoas, sobretudo dos mais pobres” ponderou.

Carlos Madeira finalizou sua postagem dizendo que devemos todos nos unir, superando convicções políticas e ideológicas e que a união pela saúde e pela paz será decisiva para enfrentar esse momento terrível da história da nossa história.

As eleições gerais deveriam ocorrer somente em 2022. Pelo visto, não há clima para realização das eleições neste ano. Considerando que a proposta de declaração de calamidade pública, votada ontem (18) pela Câmara de Deputados prevê que o estado de calamidade deve durar até 31 de dezembro. Como as eleições ainda são presenciais, ao que tudo indica, não há condições de realização do sufrágio neste ano de 2020.

Fonte: Central de Notícias

Petrobras anuncia redução de preço da gasolina, do diesel e do gás de cozinha

A Petrobras anunciou, nesta quarta-feira (18), a redução nos preços do litro da gasolina, em 12%, do diesel, em 7,5% e do gás de cozinha (GLP), em 5%. Os valores referem-se aos produtos vendido pelas refinarias da estatal e valerão a partir desta quinta-feira (19).

Resta saber se esses preços serão reduzidos aos consumidores, dependendo da carga tributária incidente sobre a cadeia de distribuição dos combustíveis, principalmente do ICMS de competência dos estados e Distrito Federal.

Os valores finais aos motoristas dependerão de cada posto e distribuidor de GLP, que acrescem impostos, taxas, custos com mão de obra. Além disso, o mercado brasileiro é baseado na livre concorrência, fazendo com que cada empresa cobre o que achar melhor, segundo explica a Petrobrás.

“Os preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras têm como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. Além disso, o preço considera uma margem que cobre os riscos (como volatilidade do câmbio e dos preços).”

Fonte: Agência Brasil

Câmara dos Deputados aprovou decreto de calamidade pública para ações de combate ao Coronavírus

A declaração de estado de calamidade pública é uma medida inédita em nível federal. A mensagem presidencial nº 93/2020 prevê a decretação de estado de calamidade pública até o dia 31 de dezembro de 2020.

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (18), por votação simbólica, o pedido do governo federal para declaração de estado de calamidade pública no país.

O projeto será encaminhado para votação no Senado e precisa de pelo menos 41 votos para ser aprovado. Na mensagem, o governo pediu que seja dispensado de atingir a meta fiscal, entre outras medidas, para combater a pandemia.

O governo argumenta que a medida é necessária “em virtude do monitoramento permanente da pandemia Covid-19, da necessidade de elevação dos gastos públicos para proteger a saúde e os empregos dos brasileiros e da perspectiva de queda de arrecadação”.

Para fins de início do combate do Covid-19, já houve a abertura de crédito extraordinário na Lei Orçamentária Anual no importe de mais de R$ 5 bilhões, conforme Medida Provisória nº 924, de 13 de março de 2020, longe de se garantir que tal medida orçamentária seja suficiente para dar cobertura às consequências decorrentes deste evento sem precedentes.

A decretação do estado de calamidade pública terá tramitação semelhante a caso de intervenção federal.

Fonte: Agência Brasil

General Heleno informa que testou positivo para coronavírus

No Twitter, o ministro disse informa que: “o resultado do meu segundo exame, realizado no HFA, acusou positivo. Aguardo a contraprova da FioCruz. Estou sem febre e não apresento qualquer dos sintomas relacionados ao COVID-19. Estou isolado, em casa, e não atenderei telefonemas”.

 Augusto Heleno Ribeiro Pereira é 16º integrante da comitiva que acompanhou o presidente Bolsonaro aos EUA a contrair a doença. Atualmente ele é chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. Ele está com 72 anos de idade, portanto, enquadra-se no grupo de risco.

Censo é adiado para 2021 por avanço do coronavírus

O Conselho Diretor do IBGE decidiu hoje (17) pela suspensão da coleta domiciliar presencial da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), considerando o quadro de emergência da saúde pública causado pelo COVID-19 e as orientações do Ministério da Saúde.

Em breve, o IBGE anunciará o novo cronograma do Censo Demográfico. Segundo informações, o próximo Censo terá como referência 31 de julho de 2021 e a coleta será realizada entre 1º de agosto e 31 de outubro de 2021.

O concurso para 208 mil vagas anunciado para a realização do Censo foi suspenso. Os candidatos que já fizeram o pagamento da inscrição serão reembolsados.

Fonte: IBGE

Cartilha para a criançada sobre o Coronavírus, prevenir é o melhor remédio

Segue um livrinho eletrônico para informação, dirigido especialmente ao público infantil.

Leia Cartilha no link abaixo:

LIVRINHO XO CORONAVIRUS – ATIVIDADES – MATERIAIS PEDAGÓGICOS.pdf

 O Coronavírus  é vírus desconhecido pela ciência até há pouco vem causando uma doença pulmonar grave em centenas de pessoas na China, e já foi detectado em Estados Unidos, Taiwan, Tailândia, Japão, Coreia do Sul e Macau. Já chegou no Brasil.

O novo coronavírus (o Covid-19) que se espalha pelo mundo passou do status de “ameaça muito grave” para o de pandemia na tarde deste 11 de março, de acordo com comunicado feito pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O número de casos fora da China se multiplicou por 13 e atinge 118 mil casos em 114 países.

Fonte: Agência Brasil e https://brasil.elpais.com/sociedade

A origem da caipirinha e o maior holocausto médico da história

Caipirinha: remédio ou drink? O Instituto Brasileiro da Cachaça (IBRAC), em uma de suas versões para a criação da caipirinha, diz que a bebida teria sido criada como remédio para curar a gripe espanhola, por volta de 1918, no interior do estado de São Paulo.

A caipirinha, como conhecemos hoje, teria sido criada a partir de uma receita popular feita com limão, alho e mel, indicada para os doentes da gripe espanhola. Não se tem registro da eficácia do remédio. Posteriormente, retirou-se o alho e substituiu o mel pelo açúcar e serve-se como drink e virou símbolo nacional.

Registra o jornal El País que naquele ano de 1918, a busca por remédios milagrosos teve um efeito colateral inusitado, a criação da caipirinha. As escolas brasileiras aprovaram todos os alunos e gerou a semente do SUS.

A seguir veja as principais pandemias dos séculos XX e XXI:

1918 -1919:  Gripe Espanhola, a mãe de todas as pandemias.

Acredita-se que ser a “mãe de todas as pandemias”, como ficou conhecida depois. As estimativas preveem que a doença matou entre 50 milhões e 100 milhões de pessoas pelo mundo até 1919 e 40% da população mundial foi infectada.

A Primeira Guerra Mundial fez menos da metade de vítimas, cerca de 30 milhões de pessoas.

O número não é exato porque, à época, as informações eram limitadas, já não era do interesse das nações divulgarem que havia uma doença contagiosa atingindo seus soldados.

O vírus da gripe espanhola, o H1N1, era semelhante ao da gripe suína. O custo para conter os efeitos do vírus foi tão alto que médicos chegaram a classificar a pandemia como “maior holocausto médico da história”.

1957 – Gripe Asiática

A gripe asiática também teve início na China e matou até 2 milhões de pessoas no mundo, principalmente idosos. Chegou nos Estados Unidos pela Califórnia e, em seguida, espalhou-se pela Europa.

1968 -1969:  Gripe de Hong Kong

A OMS estima que a gripe de Hong King (H3N2) — a terceira pandemia do século XX —, tenha matado 1 milhão de pessoas entre 1968 e 1969. É provável que o vírus que causou a doença tenha evoluído da gripe asiática. O surto começou a ser transmitida por aves.

2009 – Gripe Suína

A pandemia mais recente que o mundo viu foi causada pela A (H1N1), conhecida como gripe suína, em 2009. Acredita-se que o vírus veio do porco e de aves. O primeiro caso foi registrado no México.

A OMS elevou o status da doença em junho de 2009, depois de contabilizar 36 mil casos em 75 países. No total, 187 países registraram casos e quase 300 mil pessoas morreram. O fim da pandemia foi decretado pela OMS em agosto de 2010.

 2020 – Coronavírus

Um vírus desconhecido pela ciência até há pouco vem causando uma doença pulmonar grave em centenas de pessoas na China, e já foi detectado em Estados Unidos, Taiwan, Tailândia, Japão, Coreia do Sul e Macau. Já chegou no Brasil.

O novo coronavírus (o Covid-19) que se espalha pelo mundo passou do status de “ameaça muito grave” para o de pandemia na tarde deste 11 de março, de acordo com comunicado feito pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O número de casos fora da China se multiplicou por 13 e atinge 118 mil casos em 114 países.

Fonte: Agência Brasil e https://brasil.elpais.com/sociedade