Autor: Redação
A Associação dos Filhos e Amigos de Cururupu pede providências urgentes e cabíveis para regularizar os serviços de Ferry Boat
A entidade civil, por meio de Representação, solicitou à Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Público do Maranhão (MOB) que sejam adotadas providências urgentes e cabíveis no sentido de regularizar a situação dos serviços, assegurando a integridade à vida de todos os cidadãos que utilizam os serviços portuários de ferry boats.
A Associação dos Filhos e Amigos de Cururupu (AFAC) justificou o seu pedido, pois representa a população dos municípios de Cururupu, Guimarães, Alcântara, Bequimão, Central do Maranhão, Cedral, Porto Rico, Mirinzal, Serrano do Maranhão, Bacuri e Apicum Açú, que integram a microrregião do Litoral Ocidental Maranhense, que utilizam o serviço portuário de ferry boats para travessia da Baía de São Marcos, com trajeto São Luís–Cujupe e Cujupe-São Luís.
No documento, a AFAC destacou que, apesar de anunciada por diversas, vezes o processo de Licitação para que outras empresas possam explorar os serviços com qualidade, tal fato ainda não se concretizou e que os ferry boats são muito antigos, já possuindo vida útil bastante comprometida e que o incêndio ocorrido em uma das embarcações, no último domingo (6), deixou os usuários desse transporte em estado de alerta, pois o acidente poderia ter ocorrido em alto mar, podendo atingir características de tragédia.
Por fim, a entidade reitera providências cabíveis e enérgicas por parte do Poder Público. O documento foi assinado pelo Presidente da entidade, Dr. Paulo Silvestre Avelar Silva e pelo Assessor Jurídico, Dr. Francisco Sales da Costa Filho.
Governo Federal investe na expansão da aviação regional no Brasil
Os aeroportos constituem-se elementos fundamentais para o desenvolvimento econômico de uma comunidade, pelo aumento da acessibilidade, pela vantagem competitiva à região, pela indução de negócios e novos empreendimentos, pela ampliação das relações comerciais e, também, pela possibilidade de expansão das atividades de turismo e lazer e suas externalidades positivas sobre o emprego local (BNDES.
Somente no estado do Amazonas, foram R$ 200 milhões desde 2019. A expansão da malha aérea no estado do Amazonas, anunciada pela Azul Linhas Aéreas nesta quinta-feira (10), vai ao encontro da política de investimentos em aeroportos regionais conduzida pelo Governo Federal, por meio da Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC) e da Infraero. Ainda mais em uma região de grandes dimensões como a região amazônica, recortada por rios, com difíceis acessos e muito dependente da navegação.
No total, a companhia terá 15 destinos no Amazonas. Além dos quatro municípios que já recebem voos regularmente, serão atendidos oito destinos no estado: Eirunepé, Barcelos, Apuí, Itacoatiara, Humaitá, Borba, Novo Aripuanã e São Gabriel da Cachoeira – o primeiro a entrar em operação, a partir de agosto. Ainda haverá a reativação de outros três: Coari, Lábrea e Maués.
Essa é uma iniciativa que casa com a dinâmica da nossa economia, cada vez mais voltada para o norte do Brasil”, avaliou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. “A gente está falando de levar a aviação para o interior, de democratizar o serviço de aviação, de conectar as pessoas que lá naquela região dependem muito do serviço de transporte aéreo. Essas pessoas vão se conectar ao Brasil e ao mundo e o mundo vai se conectar com a Amazônia.
Desde 2019, o Governo Federal já investiu mais de R$ 1,4 bilhão no incremento da aviação regional por todo o Brasil, seja por meio de projetos, compra de equipamentos de navegação aérea ou revitalização dos aeroportos, nas cinco regiões do país. Só no Amazonas, foram cerca de R$ 200 milhões de investimentos.
Além disso, o Governo Federal trabalha para a desestatização de aeroportos regionais por meio de parcerias público-privada (PPP). Um projeto-piloto está em fase inicial justamente voltado para o Amazonas, propondo a concessão de oito aeroportos: Parintins, Carauari, Coari, Eirunepé, São Gabriel da Cachoeira, Barcelos, Lábrea e Maués, com investimentos previstos de R$ 380 milhões.
A BAIXADA TEM PRESSA
Por Gracilene Pinto
Amigos baixadeiros, as mensagens do nosso ilustre confrade, Dr. Expedito Moraes, nos levam a refletir sobre tudo o que está acontecendo.
Os nossos melhores sonhos, e mesmo aqueles que julgávamos mais difíceis de acontecer, estão a caminho de sua concretude, estão em vias de realizar-se. Mas, sua realização vai depender muito de todos nós, não esqueçamos disto. Vai depender de agirmos com sabedoria para aproveitar o ensejo, no sentido de canalizar tudo isso a nosso favor.
Grandes oportunidades de progresso estão se apresentando, como nunca antes, para o Maranhão e para a nossa Baixada.
A nós, forenses, cabe nos conscientizar da nossa grande responsabilidade, estar atentos ao nosso foco e imbuídos do nosso importante papel neste latifúndio, que é de orientadores, apoiadores e fomentadores de ações que possibilitem à Baixada tirar o máximo proveito das oportunidades que se nos apresentam, para trazer o progresso e mudar, para melhor, o destino da nossa gente.
Há quanto tempo sonhamos em ver a nossa região saindo do marasmo, crescendo, e o nosso povo saindo da situação de miséria que sempre esteve para uma vida com dignidade?
Pois, agora é a hora de usarmos nossa inteligência emocional para não perder essas oportunidades. Não podemos agora esquecer nossos propósitos nem desviar do nosso foco, que é o progresso da Baixada.
A BAIXADA é nosso berço e precisa de todos nós unidos e focados no objetivo comum: o bem maior da nossa região e do nosso povo.
A BAIXADA precisa de todos nós e, como gosta de dizer Dra. Ana Creusa, A BAIXADA TEM PRESSA! Foco e fé, minha gente, por favor! Unidos somos mais fortes!
A MINHA RUA
Por Zé Carlos
Há muitas ruas. “Muitos donos”. Muitas histórias. Entretanto, não há rua igual a minha.
Não digo a rua, pavimentada e super povoada, de hoje. Não. A minha rua “só areia”, recheada de terrenos baldios, com vizinhos de verdade: “seu” Joca Morais, Oneildo e Maria Joana, dona Ana Sousa, Evaristo, Arias e Socorro Marinho, meus avós Antônio do Rosário e Dedé, “seu” Nemésio e dona Filomena, “titío” Júlio e tia Bela, dona Adelaide e dona Maria Helena.
Nela, podia correr livre e seguro. Andar de bicicleta. Jogar bola, pião, dama, dominó, “peteca” (hoje, bola de gude; o que me causa uma certa decepção), “sopapo” (vim a saber que é a verdadeira peteca), “chucho”, amarelinha (nome mais sem graça, para quem queria apenas chegar “no” céu!). Pular elástico, e o que mais a imaginação pudesse idear.
Eu só não podia empinar pipa (papai era funcionário da CEMAR). Que inveja dos amigos. Mas, há três anos, fui à praia, com meu filho, e passamos o dia “todinho” soltando pipa. “Matei a vontade”. Não sei quem estava mais feliz.
No entanto, a magia da minha rua acontecia à noite. Tanto que, à tardinha, tudo era feito “às carreiras”. O encontro com os amigos tornava-se reunião-família! Dali saía o “bom barquinho”, repleto de “peraltinhas”, num serpentear “maroto”, navegando a mesma canção, nunca “enjoada” nem descartável, em busca do primeiro ou último porto seguro.
Também, o coqueiro inalcançável, testemunha única do choro mais puro e sincero da viúva tão jovem em busca de um novo bem querer. E o “boca de forno”, mandão e tirânico, a distribuir o “bolo”, num castigo gostoso, e sendo obedecido com os mais inocentes sorrisos. E o “já ou?!”, que ficou perdido no leito da rua, soterrado pelo devastador progresso. Duvido que alguém ainda se lembre do “já ou?!”. E o queimado? E o roubar bandeira (…)?!
Depois, “era uma luta pra banhar!”
Na minha rua, até São João vinha brincar os seus folguedos, montado nas costas do boi de Donzinho; e São Pedro chegava sereno a abençoar “compradios”, e batismos no “fogo” da amizade.
Essa era a minha rua. Onde as poucas intrigas, por meras banalidades (uma inocente cuspida ou um pisão no retrato da madrinha, rabiscado no chão), duravam tanto … até uma nova brincadeira!
A minha rua quase foi o meu sepulcro. Num impulso de herói, quis atravessá-la primeiro que a caçamba da prefeitura, levando Chaguinha, de Chico de Anália, o motorista, literalmente a “água de açúcar”. Tal presepada foi coroada com umas bem aplicadas chineladas “no lombo”. A primeira e única vez que vovó “relou a mão” em mim. E, ainda, foram poucas. Saí no lucro. Estou vivo. Mereci mais.
Quantas aventuras no palco da minha rua, onde ocorreram os mais diversos espetáculos!
No entanto, o verdadeiro, o legítimo espetáculo só acontecia após o apito da usina. “Desfazia-se” a luz. Enfim, o céu em sua plenitude. Era a hora de me apossar das estrelas. Eu tinha um “rebanho” considerável delas, que já não vislumbro mais. Não pela “gaiatice” da luz elétrica, mas pelos olhos tão encharcados, que me tomam agora.
Tomemos nossas ruas!
Senador Roberto Rocha anuncia aprovação da licitação do Sistema viário São Francisco-Bonfim-Itaqui
São Luís vai receber o projeto de Mobilidade Elétrica do Grupo Equatorial Energia
São Luís receberá a primeira estação de carregamento elétrico com geração de energia solar fotovoltaica do grupo Equatorial de Energia.
O evento contará com a presença do Governador do Maranhão, Flávio Dino, do CEO do Grupo Equatorial, Augusto Miranda, do Presidente da Equatorial Maranhão, Augusto Dantas, da Gerente de Relacionamento com Clientes, Francila Soares e do Engenheiro de Estudos e Planejamento, Lucas Pinheiro.
A novidade é uma iniciativa do Grupo Equatorial por meio do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). O projeto, que está previsto para inaugurar em novembro deste ano, conta com o investimento de outras nove empresas do setor elétrico, representadas pela Global Participações em Energia. O investimento total do projeto em cinco estados é de aproximadamente R$ 19 milhões, sendo que o Grupo Equatorial participará com mais de R$ 4 milhões.
A estação de carregamento de carros elétricos e o posto para bicicletas elétricas serão instalados pela Equatorial no Parque do Rangedor, em São Luís. O objetivo do projeto é avaliar o uso de veículos elétricos pela comunidade frente ao cenário atual de mobilidade urbana.
Para isso, dez bicicletas elétricas serão disponibilizadas para uso gratuito da população, como alternativa de locomoção e lazer, na forma de compartilhamento via aplicativo de celular. Além disso, um carro elétrico será doado para a SEGOV – Secretaria de Governo para realização da fiscalização dos parques públicos estaduais, inclusive onde o projeto estará funcionando.
Fonte: O Maranhense e Jornal Pequeno.
“HUM, (R)HUM”, NEM TE DIGO NADA!
Por Zé Carlos
Há algum tempo … muito tempo, venho matutando a respeito das peculiaridades linguísticas em nosso estado. Um campo vasto para uma pesquisa significativa. Entretanto, encantei-me pelo “hum, (r)hum”. Onomatopeia, por demais curta, e estupidamente poderosa, que em lugar algum “do mundo” apresenta-se envolta em tanto mistério, graça e vigor como aqui, no Maranhão.
Duvido se há algum maranhense, que nunca entendeu e/ou se fez entender com um “hum, (r)hum”. É-lhe, sem dúvida, um patrimônio sagrado. Um “patrimônio material”, haja vista a sua “onipresença” em cada ladeira, cada esquina, cada beco, cada escadaria (…). Verdadeiramente, a “maranhensidade!”, para “ficar na moda”.
Acontecimento linguístico, único e “multifacetado” (a polissemia é-lhe pouco), traduzido em um impassível olhar, um suspiro, um leve meneio de cabeça, um espichar de beiços, um “sorriso amarelo”, um descontentamento, um palavrão, uma apoplexia (…). Com certeza, tudo se fala, e pode, com o “hum, (r)hum”.
A sua força impõe-se silenciosa e definitiva, a nos encantar com o seu ciciar, ou com os seus sussuros, ou com os seus muxoxos, ou com os seus gritos silenciosos. Também, a nos dominar com a sua simplicidade; e a nos guiar com a sua bonomia; e a nos “enigmar” com as suas reticências.
Enigma que torna o “hum, (r)hum” o mais espetacular e indecifrável possível, ao ser empregado, quando se fala ao telefone. Afinal, a expressão facial é “a alma do negócio”; e quem não vê cara, não poderá ler fielmente os traços do “destino”.
Assim, a imaginação “viaja” – “livre, leve e solta” – sem idear, com precisão, se a certeza vem na mesma medida da dúvida; ou se o suspense não “cora” nem “dá fuga ao sangue”; ou se a preguiça tornou-se menos enfadonha; ou se, até, o “papo” descontraído virou uma contrita conversa com Deus!
Então, é melhor ficar “cada um em seu canto”. “Hum, (r)hum”, “tá reno”, nem te digo nada!
Nasce filha de Harry e Meghan com homenagem a Lady Di e a rainha
Lilibet Diana Mountbatten-Windsor nasceu nesta sexta-feira, 4 de junho, mas, o anúncio só foi feito neste domingo, dia 6. Ela é filha de Meghan Markle e do príncipe Harry.
O nome de Lilibet Diana Mountbatten-Windsor é uma homenagem à própria rainha Elizabeth II —Lilibet é o apelido carinhoso com o qual a família se dirige à monarca e à avó, a inesquecível princesa de Gales, Lady Di.
O segundo filho do casal chega dois anos depois de seu irmão mais velho, Archie, que nasceu em Londres em maio de 2019, apenas um ano depois do casamento dos duques de Sussex no castelo de Windsor.
Comunicado
Meghan e Harry anunciaram a chegada da pequena em comunicado. O bebê nasceu em um hospital de Santa Barbara, na Califórnia, EUA.
“Em 4 de junho fomos abençoados com a chegada de nossa filha Lili. Ela é mais do que poderíamos ter imaginado, e continuamos agradecidos pelo amor e as orações que sentimos em todo o mundo”, escreveram os duques no comunicado.
Lilibet é a 11º bisneta da rainha Elizabeth II. Apesar disso, a família real britânica não se pronunciou nas redes sociais.
Linha sucessória
Ainda que Harry não seja parte efetiva da família real, ele não renunciou aos seus direitos dinásticos. A menina, portanto, ocupa o oitavo lugar na linha de sucessão ao trono após seu avô, o príncipe Charles; seu tio William e seus primos George, Charlotte e Louis; e de seu pai Harry e seu irmão Archie.
O que a pequena não será é princesa. Na polêmica entrevista que Meghan Markle e Harry da Inglaterra concederam a Oprah Winfrey em março, a ex-atriz se queixou de que o palácio real não quis conceder a Archie o título de príncipe quando nasceu e que isso prejudicou suas opções em relação à segurança do garoto.
Uma lei de 1917, entretanto, diz que os filhos e netos do soberano têm direito ao título de príncipe – da mesma forma que têm direito a renunciar a ele, mas não seus bisnetos, como seria o caso de Archie e de sua irmã mais nova.
Os filhos de William podem ser príncipes porque ele é o herdeiro direto ao trono.
E, quando Charles for rei, aí sim os filhos de Harry também poderão ser príncipes, se eles e seus pais, caso sejam menores de idade, o desejarem.
Fonte Notícia Boa e El País
“Do lixo para a vitória!”: uma forma criativa de ajudar
Dos 62 currículos jogados no lixo em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, 14 conseguiram vaga de emprego.
A ideia do resgate dos currículos é de Kaká D’Avila que é vereador e também conhecido por fazer delivery de currículos, disse ele: “Refiz todos que estavam amassados, tirei cópias e levei em locais que tinham vagas, 14 já foram contratados.
Os currículos foram encontrados há duas semanas. Kaká refez todos eles e criou na semana passada o “Porta Joias de Currículos”, uma caixinha que pede: “contrate essas joias.
O Jornal Só Notícia Boa perguntou ao Kaká por que ele pegou os currículos do lixo?
“Fiz apenas o que todos deveriam fazer diante dessa situação! Atrás de cada folha de papel tem uma vida, que merece respeito”, disse.
Gratidão
Um dos beneficiados, que não teve o nome divulgado, mandou uma mensagem ao Kaká para contar a boa nova e agradecer.
“Ele deixou de comer para gastar com cópias do currículo, foi a pé largar os currículos nas empresas, e infelizmente foram parar no lixo! Mas graças a Deus ele teve um final feliz! Foi contratado para uma vaga de Estoquista”, comemorou Kaká.
Há tempos ele coleta currículos das pessoas e distribui em locais com vagas abertas.
Em março, além do Drive-Thru do Desempregado, ele também começou a doar cafezinhos para pessoas que ficam horas nas filas de emprego.
“Do lixo para a vitória!” comemora o autor da ideia.
Fonte: https://www.sonoticiaboa.com.br/
