Diante do receio de corte no Bolsa Família, entenda as novas regras e como consultar seu auxílio

Bolsa Família: saiba como consultar seu benefício e evitar o corte iminente.

Com um corte previsto de R$ 25,9 bilhões, a incerteza se espalha entre aqueles que dependem desses benefícios sociais para complementar sua renda.

Os beneficiários do Bolsa Família estão enfrentando uma nova realidade em julho de 2024, marcada pela redução no valor do benefício. Com isso, milhões de brasileiros estão em alerta acerca da redução dos respectivos valores pagos.

Diante do recente anúncio do governo federal sobre a redução de gastos, muitos beneficiários do Bolsa Família estão preocupados com a possibilidade de cortes nos seus auxílios.

A fragilidade dessa situação demonstra a importância de entender as regras do programa e saber como proceder para verificar a continuidade do recebimento do auxílio.

Para assegurar que você e sua família permaneçam informados, este artigo abordará as diretrizes atuais e a forma de consulta dos pagamentos do Bolsa Família.

Quem está em risco de ser cortado do benefício?

O governo realiza mensalmente um cruzamento de dados entre o Cadastro Único e outras bases governamentais.

Esse procedimento visa identificar qualquer discrepância de informações ou inobservância das regras de condicionalidades estabelecidas para o recebimento do auxílio.

As famílias podem perder o acesso ao Bolsa Família se:

  • Crianças e adolescentes frequentarem menos de 80% das aulas mensais.
  • Crianças com até 7 anos não passarem por avaliações nutricionais semestrais.
  • Gestantes não realizarem consultas de pré-natal.
  • Renda familiar superior a meio salário mínimo por pessoa.
  • Inconsistência de dados no Cadastro Único.
  • Cadastro Único desatualizado por mais de dois anos.

Como verificar se seu Bolsa Família será mantido?

Para aqueles que desejam se certificar sobre a continuidade do seu benefício, realizar a consulta é um processo simples.

O titular do Bolsa Família pode usar os seguintes canais eletrônicos:

  • App Bolsa Família: Acesso via CPF no login.
  • App Caixa Tem: Clique na opção “Bolsa Família” e selecione “Consultar saldo”.
  • Telefone da Caixa: Ligue para o número 111.
  • Telefone do Ministério do Desenvolvimento Social: Ligue para o número 121.

Proteção garantida mesmo com aumento de renda?

Importante ressaltar que há uma Regra de Proteção que mesmo com o aumento da renda acima da faixa de corte, R$ 218 por pessoa, as famílias beneficiárias podem ser mantidas no programa por até dois anos.

Isso garante um período de transição e ajuda a evitar que as famílias mais vulneráveis sejam abruptamente privadas do benefício.

Isso revela o compromisso social do programa, mesmo diante de cortes orçamentários governamentais.

Em tempos de incerteza econômica, manter-se informado é a melhor defesa.

Verifique seu status no Bolsa Família periodicamente e assegure-se de que todas as informações cadastrais estejam atualizadas.

Lembre-se: a informação é uma ferramenta poderosa na luta pela manutenção dos seus direitos.

MDS emite alerta vermelho e beneficiários do Bolsa Família estão assustados com cortes e bloqueios

Amazônia quebra recorde de 20 anos em queimadas no primeiro semestre de 2024

Dados de satélite revelam recorde de queimadas e aumentam preocupação sobre a seca do segundo semestre.
Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) mostram o maior número de queimadas na Amazônia em um primeiro semestre dos últimos 20 anos. Foram 13.489 focos de incêndios de janeiro a junho de 2024, o que representa um aumento de mais de 61% em relação ao mesmo período do ano passado.

Desde que o INPE começou o monitoramento em 1998, apenas em outros dois anos o bioma amazônico teve mais mais incidentes no primeiro semestre: em 2004, com 17.340 queimadas, e em 2003, com 17.143 queimadas.

É importante lembrar que a Floresta Amazônica, ao contrário do Cerrado, não pega fogo naturalmente. Todos os focos de incêndio na região são antrópicos, ou seja, causados por ação humana. Entretanto, existem “estações de queima”, períodos em que as condições são mais propícias para o alastramento do fogo. Na maior parte da Amazônia, a estação de queima é entre agosto e outubro.

Foram 13.489 queimadas, o que representa um aumento de mais de 61% em relação ao mesmo período do ano passado. Desde que o INPE começou o monitoramento em 1998, apenas em outros dois anos o bioma amazônico teve mais mais incidentes no primeiro semestre: em 2004, com 17.340 queimadas, e em 2003, com 17.143 queimadas.

Fonte: https://super.abril.com.br/ e https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/

Brasil comemora em 18 de agosto o Dia do Estagiário

Celebrado em 18 de agosto, o Dia Nacional do Estagiário marca a publicação do Decreto que regulamentou o estágio no País, em 1982. Desde 2008 pela Lei nº 11.788 que dispõe sobre o estágio de estudantes, a atividade passou a ter regras definidas por uma lei específica, que torna obrigatório o pagamento de bolsa e auxílio-transporte, limita a jornada semanal, e garante 30 dias de férias por ano, entre outros direitos. Para impedir distorções, o Senado analisa uma série de propostas que buscam valorizar e assegurar os direitos dos estudantes. Entre eles, uma iniciativa (PLS 93/2017), da senadora Rose de Freitas (MDB – ES) em análise na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) que obriga os estagiários a contribuir para a Previdência Social. Outra proposta (PLC 105/2017) em análise no plenário do Senado inclui o Dia Nacional do Estagiário no calendário oficial.

Fonte: https://www12.senado.leg.br/.

Tambor de Crioula

O Dia Nacional do Tambor de Crioula comemorado na data de hoje (18 de junho), teve o seu primeiro registro escrito sobre a existência do Tambor de Crioula ocorreu em 1818, perpetuando-se até os dias atuais. A dança que enche os olhos diante dos movimentos das dançarinas que se sacodem livremente ao som da percussão dos tambores. Coreiros e coreiras acompanham o batuque e apresentam um espetáculo à resistência de matriz africana.

Este ritmo intenso e atemporal carrega uma forte expressão artística por meio da alegria e de movimentos eufóricos nas danças, tradicionalismo nas roupas, motivação religiosa e instrumentos importantíssimos que compõem o momento festivo tradicional.

Curiosamente, na década de 70, a capital do Maranhão se encantou com a beleza da tradição das danças coloridas e dos sons cativantes e, a partir disso, se popularizou e começou a ser visto como um dos mais importantes atrativos culturais afro-brasileiros. Por fim, em 2007, essa celebração cultural recebeu o título de Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro e, em 2016, o dia 18 de julho foi estabelecido como o Dia do Tambor de Crioula.

Os movimentos coloridos acompanham formas e tradições

O som cativante dos tambores faz com que as coreografias se tornem mais livres e circulares. Os aspectos da dança se assemelham com o samba de roda do recôncavo baiano e com jongo, que é uma prática cultural muito comum no Sudeste, principalmente em São Paulo.

17 de julho — Dia do Protetor de Florestas

No dia 17 de julho é comemorado o Dia do Protetor de Florestas, uma data ligada à figura do Curupira, um personagem conhecido por proteger as florestas.

“As florestas normalmente são definidas como uma vegetação rica em plantas arbóreas, onde as copas unem-se e formam o que chamamos de dossel. Entretanto, diversas definições existem, principalmente para nortear o trabalho de diferentes órgãos. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação, por exemplo, a floresta pode ser definida como uma “área medindo mais de 0,5 ha com árvores maiores que 5 m de altura e cobertura de copa superior a 10%, ou árvores capazes de alcançar estes parâmetros in situ. Isso não inclui terra que está predominantemente sob uso agrícola ou urbano.”

Independentemente da definição, esse tipo de vegetação caracteriza-se por sua importância principalmente no que diz respeito à biodiversidade, velocidade dos ventos e regime de chuvas. No nosso país encontramos importantes florestas, destacando-se a Floresta Amazônica, a maior floresta tropical do planeta.

No dia 17 de julho é comemorado o Dia do Protetor de Florestas, também conhecido como Curupira. Essa figura do folclore é conhecida pelos seus cabelos vermelhos e pelos pés virados para trás. Seus pés virados ajudam, segundo a lenda, a enganar os inimigos, uma vez que seus passos ficam na posição trocada, dando a falsa impressão de que estão chegando perto dele, quando, na realidade, acontece o contrário.

Segundo o folclore, o Curupira protege as florestas das agressões constantes do homem, tais como desmatamento e caça de animais. Os agressores são atraídos por essa figura e nunca mais retornam, perdendo-se na mata. No caso de caçadores, o Curupira é conhecido por transformar a família deles em caça e, só após o caçador ter matado seus familiares, ele reconhece que, na realidade, eram pessoas de sua família. A lenda também afirma que os índios levavam presentes para evitar o terrível ataque do Curupira. Além de aniquilar os destruidores da floresta, o Curupira possui a capacidade de ressuscitar os animais mortos pelo homem.”

Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/datas-comemorativas/dia-protetor-florestas.htm

SUPERSTIÇÕES POPULARES NA BAIXADA MARANHENSE

Por Ana Creusa

No dia 17 de junho de 2024, Ana Creusa participou dos Diálogos Baixadeiros integrante da disciplina Baixada do Maranhão: trajetórias e perspectivas, ministrada pelo Doutor Manoel Barros Martins do curso de História da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). O tema do diálogo foi “Superstições Populares na Baixada Maranhense”. Ana Creusa selecionou várias superstições, as quais vivenciou durante a sua infância e adolescência passadas naquela região profícua em histórias e crendices populares.

“R A Í Z E S”, JOSÉ CARLOS LANÇARÁ MAIS DOIS LIVROS

Por Zé Carlos Gonçalves

De repente, pego-me em reminiscências tantas e serenas, as quais me remetem aos bons tempos em minha querida cidade de Pinheiro, onde a felicidade realmente cristalizava-se em brinquedos simples e funcionais, geralmente improvisados com quinquilharias encontradas nas ruas, nas despensas e nos imensos quintais das casas de nossos pais e arquitetados na nossa mais profícua engenharia pueril; em “peladas” diárias, “labutadas” nos terrenos baldios, nas quadras, nas praças, nas ruas ou às margens do rio; em banhos no rio, nosso regaço sagrado, saudado pelo fulgurante lusco fusco de mais um dia, bem vivido; em banhos na chuva, no mês de maio, nas “biqueiras” fantásticas, que faziam a nossa alegria e renovavam as nossas vidas; em festejos, quermesses, show de calouros, que nos irmanavam inapelavelmente em um apego sem limites por nossa terra (…)

Entretanto, às nossas jornadas, estava assegurado um futuro promissor; e essa paz perene, abruptamente, era quebrada, com a necessidade que tínhamos de alçar voos mais promissores, novas conquistas, novos conhecimentos; quando, aí, sim, começava uma verdadeira odisseia: a viagem à capital do estado, com o intuito de fazer cursinho e buscar uma vaga em uma universidade pública (UFMA ou UEMA).

“O cordão umbilical”, enfim, era irremediavelmente quebrado, e nos deparávamos com a real situação: sem o cotidiano pinheirense, sem irmãos, sem amigos, sem aurora, sem horizonte “infinito”, sem brinquedos, sem porto seguro. Eis que surge a primeira viagem longa e a mais dorida separação dos nossos, o que antes nunca havia sido, sequer, cogitado.

Nesse cenário, o meu desenlace deu-se nos anos 80, ao me mudar para São Luís, com o intuito de estudar, uma prática “normal”, naqueles tempos, quando tínhamos de enfrentar o Itaúna e ser massacrados por maruins, sedentos e implacáveis. Entretanto, o maior e mais apavorante desafio era atravessar o temível “bouqueirão”, em barcos ou lanchas, de madeira, rangentes, chorosos e insanos, em uma travessia insalubre, em um ambiente dantescamente sufocante pelo ar pesado, impregnado com óleo queimado, nauseabundo, provocador de vômitos, dores de cabeça, ânsias (… ) misturado aos odores, nem sempre agradáveis, de farinha, porcos, bodes, camarão, bodum e tantos e indecifráveis perfumes baratos, minâncora (…)

Eram sacolejares frenéticos, principalmente nas tardes bravias de agosto, quando os ventos tornavam-se rebeldes e as ondas gemiam em sinal de protesto, por serem interrompidas em suas sestas, sagradas e guardadas pelas bênçãos del rei Sebastião.

Somente após essa aventura, estávamos “batizados”, para enfrentar nova vida, novas descobertas, novos conhecimentos.

(Texto do livro RAÍZES – recortes de minha existência)
       Zé Carlos

MINHA “PRINCESA” MINHA

Por Zé Carlos Gonçalves

voo abraçado às lembranças,
que se insinuam,
pulsantes,
a me carregar nas entranhas
dos teus encantos

voo as tuas manhãs,
a explodir em vital energia,
que me alimenta,
abraçado pelo azul celeste
e
pelo verde campestre,
que me sustentam
leve
e
livre

voo os teus caminhos,
trançados em sabedorias,
abraçados pelas veredas,
que me conduzem
livre
e
leve

voo leve,
a te apreciar
em tuas belezas humanas,
acobreadas pelo sol,
baixadeiros benditos,
enrijecidos no trato da terra
no cabo da foice e da enxada
no caniço prenhe de piaba
de acará
de bagruinhos
na corda de couro
a domar o sacro leite,
alimento de todo dia

e

pelos teimosos sonhares
dos teus filhos bem amados

voo livre,
a receber o verdor do vento
a essência do capim
de marreca
o sussurro do Pericumã
e
os mistérios da Juçareira,
a te carregar amuleto meu,
único
e
único

voo, voo, voo,
nas asas das saudades,
impulsionado pela tua leveza
e
pela tua infinda liberdade.

EU, MENINO

Por Zé Carlos Gonçalves

… minha avó contou histórias

mágicos
canavial
tia onça
coelho
lobisomem
pombo correio
“prinspe incantado”
pote de ouro,
no fim do arco-íris

… tremi, feito vara verde

me perdi no fundo da rede
acordei sobressaltado
tomei a sacra benção
a torto e a direito

meio sonâmbulo
bebi o bule de café
e revisitei o cochilo

… ainda errante fiz promessa,
do que não tinha,
a São Longuinho

e não me achei

… desembestei nas asas
dos ventos

nadei peixe
exalei flores
soprei campo
corri cavalo
voei passarinho
assombrei o currupira
assustei a sisuda coruja
fantasmei a alma penada
acolhi o gato, fujão e vadio,
descaretei o boi da cara preta
murmurei sacaninhas ninares

e jejuei a pão e água
no sábado de aleluia

… berrei o rascante berro,
a me rasgar a garganta
na última lua minguante

e tomei lambedor de hortelã
gemada com raiz de cantan
e
chá de romã

… com as últimas forças,
subi na coragem,
que ainda restava,

e me atirei,
sem receio,
nos becos dos medos!

PERI-MIRIM: INAUGURAÇÃO DA BIBLIOTECA ALCAP PROF. TANINHO

Um sonho que se tornou realidade!

Em solenidade realizada no dia 24 de maio de 2024, a Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense (ALCAP), em parceria com Sindicato dos Profissionais da Educação e Servidores Municipais de Peri-Mirim (SINDPROESPEM), celebrou a inauguração da Biblioteca ALCAP Professor Taninho.

O nome da biblioteca foi dado em homenagem a Raimundo João Santos, Prof. Taninho, em reconhecimento ao seu extraordinário valor e pelos relevantes serviços prestados ao município de Peri-Mirim, cuja trajetória foi marcada pela competência e dedicação. Ele é patrono da Cadeira nº 28 da ALCAP, ocupada por Jaílson de Jesus Alves Sousa.

Prestigiaram o evento, os vereadores Charles Antoine Nunes Almeida; Pablo Lahonne Ferreira Gomes; membros da ALCAP; o Diretor da Secretária da Saúde do Trabalhador, Nilson França Oliveira, representando o Presidente do SINDPROESPEM, Lourivaldo Diniz Ribeiro; Diretores de Escolas, professores, alunos, membros do Coletivo BoraVer, familiares e amigos do Patrono que nomeia a biblioteca, entre outros representantes da comunidade.

Situado na Rua Desembargador Pereira Junior, nº 85, no Prédio do SINDPROESPEM, a biblioteca conta, atualmente, com um acervo de aproximadamente 900 livros, fruto de doações, variando entre literatura infantil, juvenil, poesia, literatura brasileira, filosofia e estará aberta à comunidade a partir 27 de maio de 2024, de segunda e a sexta, 08 às 11 e das 14 às 17 horas.

O professor Nilson França Oliveira, um dos diretores do SINDPROESPEM, enfatizou que a parceria do sindicato com a ALCAP trará muito benefícios para o município e rogou para que esse projeto seja valorizado pelas próximas gestões do sindicato.

A professora Alda Ribeiro Corrêa falou da honra e alegria em trazer os alunos do Colégio ARC para prestigiaram a inauguração da biblioteca e parabeniza a ALCAP pela grande iniciativa.

O aluno Yure Benedito Corrêa Amorim da Escola Municipal Cecília Botão destacou a importância das bibliotecas na transformação de novos leitores e chamou a atenção para o fato das crianças atualmente não usarem mais os livros para realizarem suas pesquisas pela facilidade que a internet proporciona.

Jessythannya Carvalho Santos, filha do patrono homenageado, agradeceu em nome da família pela grandiosa homenagem da ALCAP, pela grande parceria do SINDPROESPEM e por todas as doações de livros e no final firmou o compromisso como membro fundadora da Academia de que muitos projetos serão realizados para promover o incentivo à leitura, ampliar o acesso ao livro, a criatividade e o prazer pela leitura.

A Secretária da ALCAP, Eni do Rosário Pereira Amorim, destacou a importância o projeto para a democratização do acesso à informação e o papel social das bibliotecas e finalizou ressaltando todo o esforço da Presidente da ALCAP, Ana Creusa, para a concretização desse sonho.

“Estar presente neste momento tão significativo nos enche de orgulho e esperança em um futuro promissor para nossa cidade. Um futuro em que nossas crianças e adolescentes perimirienses possam ter acesso a livros…”, falou Ana Sheilla, voluntária do Coletivo BoraVer.

Para Ana Creusa Martins, presidente da ALCAP, cujo mandato encerrou brilhantemente com a inauguração da biblioteca, o espaço será um centro cultural na cidade de Peri-Mirim, promovendo atividades como consulta e empréstimo de livros, saraus, mediações de leitura e palestras. Ainda segundo ela, a instalação da biblioteca faz parte da expansão do Projeto Clube de Leitura Professor João Garcia Furtado, o qual visa fomentar o interesse pela leitura.

Após a solenidade a família doou para o acervo da biblioteca um quadro do Professor Taninho e professora Alda Ribeiro Corrêa doou o Testamento Emoldurado de Julieta de Almeida Castro Marques, esposa de Agripino Marques, patrono da ALCAP.

Com a instalação da biblioteca, a ALCAP reafirma seu compromisso em proporcionar recursos e espaços de promoção cultural.

Para marcar o evento, com chave de ouro, a confreira Nasaré Silva compôs um lindo poema em homenagem ao patrono da Biblioteca ALCAP, cujo texto segue abaixo:

HISTORIA DE TANINHO