Natalino Salgado deseja feliz natal a correligionários e amigos

O nascimento do Deus-menino como cumprimento da promessa de um tempo de paz e amor.
É a lembrança desse episódio, que alterou para sempre a história da humanidade, que nos desperta para a importância desta época, quando cristãos mundo afora desejam uns aos outros e rogam aos céus por dias melhores, mais cheios de harmonia e união.

Como no conto de natal de Tolstói, no qual um aldeão ampara um ambulante, uma mulher e uma criança e atende indiretamente ao próprio Cristo, desejo que nossas ações beneméritas sejam expressões que possam alcançar reconhecimento e que perpassem nossa mera existência.

Se os tempos não se mostram alvissareiros, os votos não desanimam. Machado de Assis, preocupado com a realidade, em soneto, pergunta: mudou o natal ou mudei eu? A este respondo: continuamos iguais nos votos, a esperança é nossa guia. Rogo a Deus por mais investimento e incentivo para nossa ciência, que revelou sua altivez e bravura nestes pandêmicos tempos.

Aos profissionais de saúde, em especial, minha eterna gratidão, por serem a expressão do cuidado maior. Faço votos de mais compromisso com a arte, a literatura, a música e todas as demais expressões da arte que nos ultrapassam para além das cinzas das horas. Que a solidariedade, a fraternidade e a igualdade sejam prioridades, na terra, mormente para com os mais fragilizados, para que, assim, a paz possa se tornar um bem acessado pelos corações de todos aqueles de boa vontade.

Que Deus nos conceda um Natal alegre e um 2022 cheio de boas experiências em família, amadurecida a percepção de que só o compartilhamento é capaz de espelhar em nós a fraternidade cristã.
Natalino & Família.

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