O Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo é celebrado em 28 de janeiro, instituído pela Lei 12.064/2009 em memória da “Chacina de Unaí” (2004), onde quatro servidores do Ministério do Trabalho foram assassinados.
A data visa conscientizar sobre a persistência de condições degradantes, jornadas exaustivas e servidão por dívida no Brasil, unindo fiscalização e direitos humanos. As vítimas foram os auditores-fiscais Nelson José da Silva, João Batista Lage, Eratóstenes de Almeida Gonçalves e ao motorista Aílton Pereira de Oliveira, mortos em serviço.
Segundo Bruna Feitosa Serra de Araújo na tese de Doutorado em Ciências Sociais e Humanas, o Prêmio Fapema 2022 foi entregue a , doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas da UFMA: “A manutenção da escravidão moderna no Maranhão possui raízes fortes em uma cultura que tolerou tal prática durante séculos, somadas à impunidade, falta de qualificação e isolamento geográfico que favorecem a conduta em determinadas regiões”.
